O Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o sexto de sete textos sobre a Seleção Panamenha. Neste capítulo sobre os canelerosvocê vai conhecer mais detalhes sobre cada jogador convocado pelo técnico Hernán Darío Gómez.

Goleiros

Jaime Penedo (Dinamo Bucharest–ROU): na seleção panamenha desde junho de 2003, Penedo é o segundo jogador com maior participações em partidas oficiais pela seleção, somando um total de 105 partidas pela Marea Roja. Iniciou sua carreira no Estudiantes de Panamá FC em 2000, passando também por outros clubes, como o Plaza Amador e Árabe Unido. Primeiro goleiro e líder real da equipe. Uma aparição na Copa do Mundo tem sido seu sonho desde que conquistou seu primeiro título em 2003, e agora o ex-goleiro do LA Galaxy fez isso aos 36 anos. Quando o Panamá estava perdendo na partida final contra a Costa Rica, durante as eliminatórias CONCACAF, do ano passado, Penedo pediu o substituto. O goleiro José Calderón, se os outros resultados estavam indo na direção deles, ordenou que ele não contasse a mais ninguém, temendo que isso pudesse afetar sua concentração. Depois que o Panamá acertou um gol da vitória tardia e ficou nos últimos quatro minutos, ele disse: “Durante esse período eu me senti como uma garrafa cheia de bolhas, pronta para explodir, e quando ouvi o apito, foi o que aconteceu. Toda essa pressão acabou de ser liberada.

José Calderon (Chorrillo FC–PAN): regular nas esquadras de Hernán Gómez, apesar de ter que se acostumar a interpretar o segundo violino de Jaime Penedo. O jogador de 32 anos é uma opção de qualidade: forte no ar, ele raramente faz uma gafe e tem muita experiência em clubes. Ele jogou no amistoso pré-torneio contra a Irlanda do Norte, mas não teve muito o que fazer no empate de 0 x 0.

Alex Rodriguez (San Francisco FC–PAN): aos 27 anos, ele é o goleiro mais jovem a compor a equipe, e Hernán Gómez confirmou seu lugar em sua lista final entre os 23 jogadores a irem para a Rússia. No entanto, Rodriguez provavelmente não verá muita ação, ficando em terceiro lugar na hierarquia atrás de José Calderón e Jaime Penedo. Mas se ele tiver uma chance, defenderá seu objetivo como um guerreiro. Alex Rodriguez se juntou ao clube panamenho San Francisco no ano passado.

Jaime Penedo em atuação pela Seleção do Panamá (Reprodução/USA TODAY Sports)

Defensores

Felipe Baloy (Municipal-GUA): aos 18 anos ele começou no futebol na equipe ANAPROF Eurokickers, embora tenha durado apenas um ano. Logo em seguida ele foi para Sporting 89 e conseguiu fazer parte da equipe do Panamá sub-20, onde foi flagrado pelo representante internacional colombiano Luis Felipe Posso, foi contratado por sua agência e as portas se abriram para Baloy na Colômbia. Lá, ele ganhou reconhecimento pela excelente atuação durante a Copa Libertadores de 2003. Logo em seguida, em 2004, Baloy veio ao Brasil onde atuou uma temporada no Atlético Paranaense e, logo depois no Grêmio, atuando como capitão em algumas ocasiões.

Conquistou a capitania através de suas performances consistentes e inspiradoras nas costas. Ele ultrapassou seu pico agora, mas ainda cobre cada centímetro do campo. Os melhores anos de sua carreira no clube foram gastos no México, onde ele ganhou vários títulos da liga. Sua carreira internacional começou em 2005, quando o Panamá foi vice-campeão da Copa Ouro – com Baloy, o único panamenho, a marcar seu pênalti na derrota por 3 a 1 para os Estados Unidos. Na derrota do Panamá por 4 a 0 para a seleção norte americana, em outubro do ano passado, ele deixou Matt Besler com um corte acima do olho esquerdo enquanto lutava pelo espaço, depois chamou o repórter de “idiota”, “idiota” e “idiota” por ter criticado sua exibição. Ele também estava feliz ao atuar de igual para igual com Javier Mascherano na Copa América em 2016, escovando as testas com o argentino.

Conquistou a capitania através de suas performances consistentes e inspiradoras nas costas (Reprodução/Hector Vivas/Getty Images)

Harold Cummings (San Jose Earthquakes–USA): o técnico Hernán Dario Gómez costumava classificar Cummings como seu melhor defesa-central, mas sua carreira foi prejudicada depois que ele quebrou a perna em um acidente doméstco em março de 2017. Ele recuperou sua forma desde e garantiu a convocação para a Rússia 2018. Ele traz força física e grande concentração, uma arma poderosa para contra-ataques rápidos. Cummings também tem muita autoconfiança, conduzindo regularmente entrevistas com companheiros de equipe para a TV San José ele disse a Copa do Mundo 2018: “Estamos focados em nós mesmos, não estamos pensando em nossos rivais no grupo. Quando esses jogos chegarem, nós os levaremos com respeito, atitude e comprometimento”. Cummings fez parte da equipe do Panamá Sub-20 que participou do Campeonato Sub-20 da CONCACAF 2011, onde ajudou seu país a se classificar para a Copa do Mundo Sub-20 da FIFA 2011 na Colômbia.

Éric Daves (Dunajská Streda–SVK): um lateral esquerdo que também pode atuar na ala, Davis vem atuando na principal divisão da Eslováquia desde 2015. Um excelente cruzador de bola e alguém que está feliz em enfrentar jogadores. Sua estréia sênior na Seleção Nacional do Panamá veio em 11 de agosto de 2010 contra a Venezuela, embora não seja um jogador experiente como os demais da seleção, ele chegou na Rússia, provavelmente para ser usado como uma opção no banco.

Fidel Escobar (New York Red Bulls–USA): a tomada de decisões de Escobar, a versatilidade e a tranquilidade na bola fazem dele uma parte fundamental da lista dos 23 convocados. Abençoado com um pé direito brilhante, apesar de ser usado frequentemente como lateral esquerdo, ele tem o potencial bruto de ir a um longo caminho no jogo – e neste mundial é a sua chance de brilhar. Ele é um dos heróis de outubro passado contra a Costa Rica e só se mudou para a MLS no ano passado. Ele fez parte da equipe do Panamá que foi vice-campeã na Copa Concacaf Sub-20 em 2015. Sua estreia com a Marea Roja sênior foi durante a campanha de 2012–13, aos 18 anos. Durante a temporada seguinte, ele se estabeleceu com um time regular fazendo 14 partidas e marcando um gol. Em 26 de outubro de 2013, Escobar marcou seu primeiro gol pelo Los Monjes na vitória por 2 a 0 sobre o Chorrillo. Seu pnto forte é a resistência física e velocidade.

Adolfo Machado (Houston Dynamo–USA): se o Panamá sair do grupo e acabar enfrentando o México, Machado, um especialista em partidas longas, será o centro das atenções. No ano passado, ele causou polêmica com um comentário durante entrevista onde ele falava sobre como via a arrogância do México, dizendo: “Eles acham que são a última Coca-Cola no deserto”. Isso levou a muitos comentários, mas Machado soube lidar com a polêmica. Ele fez parte do time do Panamá que venceu a Copa América Central de 2009, em Honduras sob o comando do técnico inglês Gary Stempel. Em fevereiro de 2012, Machado, foi temporariamente suspenso da FIFA depois de um teste positivo encontrada a substância proibida “boldenone”. O jogador foi suspenso por dois anos, até 24 de janeiro de 2014. Antes de sua proibição terminar, ele assinou com San Francisco, em novembro de 2013. Machado também foi um dos heróis contra a Costa Rica na classificação histórica. Sua versatilidade significa que ele também pode fazer um trabalho mais do que decente na lateral direita.

Michael Amir Murillo (New York Red Bulls–USA): aos 22 anos, ele não traz muita experiência para o time, mas seu trabalho duro e dedicação lhe renderam uma vaga na Rússia 2018. Ele mostrou seu talento com o clube panamenho San Francisco, mas realmente veio à tona com o New York Red Bulls, ao qual se juntou por empréstimo antes de torná-lo permanente no ano passado. Ele foi eleito para a equipe da Liga dos Campeões da CONCACAF na temporada, e tem atraído muita atenção dos clubes europeus. Murillo é capaz de fazer um trabalho no meio da defesa, bem como no lateral direito, e também gosta de seguir em frente, com alguns gols internacionais para o seu nome.

Luis Ovalle (Olímpia–HON): em Zamora, na Venezuela, de 2013 a 2017, ele venceu o campeonato local várias vezes, mostrando que tipo de jogador ele é: rápido na defesa e confiante no futuro, particularmente forte em situações um-contra-um. Ele agora está na equipe hondurenha do Club Deportivo Olimpia e é altamente considerado por Hernán Gómez, que provavelmente lhe dará a chance de brilhar contra alguns adversários de alta qualidade. Ele fez parte da equipe do Panamá Sub-20 que participou da Copa Mundial da Juventude da FIFA 2007, no Canadá. Ovalle fez sua estréia sênior pelo Panamá em um amistoso de dezembro de 2010 contra Honduras e, em 10 de junho de 2015, ganhou um total de 4 partidas, não marcando gols.

Román Torres (Seattle Sounders–USA): seu gol, a dois minutos do fim, deu ao Panamá a vitória que precisava contra a Costa Rica para se classificar a primeira Copa do Mundo da história do Panamá. Esse objetivo fez dele um herói nacional: foi o mais importante na história do futebol panamenho, e desde então ele surgiu como figura de proa desse time. A equipe depende dele e de sua capacidade de liderar a defesa contra alguns adversários de qualidade. No nível do clube, ele ganhou o campeonato na Colômbia, onde jogou por sete anos, e fez o mesmo na MLS, marcou a penalidade vencedora em um desempate contra o Toronto FC, em 2016. Com currículo vitorioso e respeitado fora das fronteiras do Panamá, Torres se converteu em líder natural na seleção, para a qual foi convocado pela primeira vez em 2005. O atleta tem ainda uma característica essencial a quem se candidata ao papel de ídolo: a identificação com seu povo. Imagens de seu rosto estão estampadas em toda a cidade em outdoors, em pontos de ônibus com um novo cartão de crédito e em lojas que anunciam a marca esportiva que ele defende. O zagueiro iniciou sua carreira no Chepo, e atuou ao lado do compatriota Anthony Basile. Em janeiro de 2007 se mudou para o La Equidad, onde foi acompanhado pelo também panamenho Orlando Rodríguez.

(Reprodução/Youtube)

MEIO-CAMPISTAS

Édgar Bárcenas (Cafetaleros de Tapachula–MEX): chegou na Rússia em forma, tendo tido uma excelente temporada com seu clube, Cafetaleros de Tapachula, na segunda divisão do México. Ele teve um período de seis meses sem sucesso com o Split na Croácia, na temporada 2015/16, mas além disso, jogou todo o seu futebol na América Central. Ele chegou mais perto de marcar no empate 0 x 0, antes do torneio, com a Irlanda do Norte, com o seu cabeceamento da primeira parte a sair da trave.

Armando Cooper (Universidad de Chile–CHI): Cooper passou por muita coisa – tendo que lidar com o trauma do ano passado com seu companheiro de equipe e amigo Amilcar Henríquez sendo morto do lado de fora de sua casa, um dia antes da esposa de Cooper dar à luz a sua segunda filha. Ele é um dos jogadores mais viajados do Panamá: jogou na Argentina, Romênia, teve duas passagens com o St Pauli na segunda divisão da Alemanha e dois anos com o Toronto antes de se mudar para o Chile, este ano. Ele fez sua estréia com a equipe nacional completa em 7 de outubro de 2006, contra a equipe nacional de El Salvador. Em 16 de janeiro de 2011, ele marcou seu primeiro gol pelo Panamá em uma vitória por 2 x 0 sobre a Nicarágua em uma partida da Copa América América 2011, disputada no Estadio Rommel Fernández na Cidade do Panamá.

Aníbal Godoy (San Jose Earthquakes–USA): com um pé esquerdo brilhante, Godoy é um passador preciso com excelente visão. Ele também é a faísca deste time, e outro jogador que pode atrair muitos pretendentes se ele puder produzir algumas boas atuações na Rússia. Cinco anos atrás, ele tentou a sorte com o Honved na Hungria, mas ficou duas temporadas antes de se mudar para a MLS, onde foi um sucesso. Godoy representou o Panamá em todos os quatro jogos da CONCACAF Copa Ouro de 2017, incluindo três partidas da fase de grupos e uma de quartas de final.

Gabriel Gómez (Atlético Bucaramanga–COL): é algo que você ouvirá frequentemente do treinador Hernán Gómez: “Gabriel é o técnico em campo”. Ele elogiou totalmente o esforço que faz, dizendo que o jogador de 34 anos é “como aqueles trabalhadores que começa às 5 da manhã e termine às 6 da tarde”. Mas ele é mais do que apenas um burro de carga. Graças à sua experiência, Gabriel tornou-se “águia” do Panamá, vigiando tudo, lendo o jogo e definindo o tom, como um maestro de orquestra. O Panamá chegou às quartas-de-final da Copa América de 2016, com Gómez sendo superado pelos meio-campistas do Chile.

Valentín Pimentel (Plaza Amador–PAN): com apenas três anos na seleção Nacional do Panamá, Pimentel fez sua estréia em um amistoso ocorrido em junho de 2015 contra o Equador e foi convocado para a equipe da Copa Ouro CONCACAF de 2015. Outrora um atacante, ele foi convertido por Hernán Dário Gómez como um bom meio-campista: alto, forte e um bom estrategista. Para muitos, ele tem sido uma revelação neste novo papel, um ajuste perfeito, dada a forma como a equipe nacional agora quer se preparar. Ele sofreu uma grave lesão no quadril em 2016, que o colocou de volta, mas sua qualidade lhe valeu um lugar na lista final entre os 23 convocados.

Ricardo Avila (KAA Gent-BEL): o zagueiro do clube belga KAA Gent, Ricardo Avila garantiu a chance de disputar uma Copa do Mundo, após a confirmação da lesão de Alberto Quintero, há poucos dias que antecedem o Mundial. Nascido na Cidade do Panamá, Ávila jogou por Chorrillo e Koper. Ele fez sua estréia internacional pelo o Panamá em 2016. Em maio de 2018 ele foi nomeado como jogador preliminar 35 para compor o elenco que irá a Copa do Mundo 2018 na Rússia. É um jogador ágil e considerado um puxador de contra-ataques no KAA Gent. 

José Luis Rodríguez (Gent – BEL): uma oportunidade de ouro para o adolescente da Bélgica. Ele é o jogador mais jovem da seleção Panamenha. Fez sua estréia no Panamá no amistoso 0-0 com a Irlanda do Norte em maio, e mostrou o suficiente para convencer Hernán Dário Gómez a incluí-lo como opção para disputar o primeiro Mundial do Panamá.

Atacantes

Abdiel Arroyo (Liga Deportiva Alajuelense-CRC): Arroyo tem o ritmo para assustar qualquer defensor, mas suas finalizações podem decepcioná-lo. Ele entrou como substituto contra a Costa Rica em outubro e ajudou a contribuir para a busca desesperada de um gol da vitória, sua velocidade faz toda a diferença. Ele tem o potencial de ser um verdadeiro sucesso na Rússia, se ele tiver a chance. Arroyo fez sua estréia pelo Panamá em um amistoso de agosto de 2014 contra o Peru e, em 14 de junho de 2016, ganhou um total de 17 partidas, marcando um gol. No nível do clube, ele saiu de casa para jogar pelo Split na Croácia na temporada 2015-16, mas depois de 14 jogos ele se juntou a um clube colombiano. Desde janeiro, ele está no LD Alajuelense da Costa Rica.

Ismael Díaz (Deportivo de La Coruña–ESP): Díaz estava apenas começando a atingir novos patamares em janeiro do ano passado, quando sofreu uma séria lesão no joelho. Mas, depois de passar por uma cirurgia, ele voltou aos gramados e percorreu um longo caminho em pouco tempo. Joga atualmente na Segunda Divisão B da Espanha depois de passar dois anos com a equipe reserva do Porto.

Blas Pérez (Municipal–GUA): ele é considerado por muitos um dos maiores ídolos da seleção panamenha. Apesar de sua idade, Pérez é ótimo em rastrear quando o Panamá perde a bola: uma qualidade vital. Ele não tem jogado futebol de alto nível há algum tempo, mas nos últimos dois anos tem feito muita coisa, jogando no Panamá, na Bolívia e agora na Guatemala. Ele tinha quatro anos no MLS, com um de seus colegas de equipe de Dallas descrevendo-o como “uma peste” por causa de sua energia e atitude em torno dos defensores. Com uma longa carreira, iniciada em 1998 no Panamá Viejo, o artilheiro segue como titular absoluto e grande nome da seleção do Panamá. Nesses quase 20 anos, ele passou por diversas equipes do futebol sul-americano, mexicano, MLS e mundo árabe, vivendo sua melhor fase entre 2005 a 2007, quando arrebentou com as camisas de Deportivo Cali e Cúcuta, da Colômbia – ele conquistou o Campeonato Colombiano pelas duas equipes.

O panamenho Blás Perez (à esquerda) tenta alcançar o mexicano Nestor Araujo nas eliminatórias para a Copa do Mundo na Russia 2018 (Reprodução/EFE)

Luis Tejada (Sport Boys – PER): Tejada, 36, é conhecido simplesmente como “Matador” por seus instintos na frente do gol. Ele é um dos jogadores mais experientes do Panamá, um prolífico artilheiro da América do Sul que passou a maior parte da última década no Peru, e é uma figura enorme no vestiário. A Copa do Mundo, como para muitos nesta seleção, é sua grande recompensa, após anos de perseverança e sacrifício. Tejada levou o Panamá para a final da Copa Ouro de 2005 da CONCACAF, onde terminou como vice-campeã nos Estados Unidos. Ele marcou três gols para ser o artilheiro da equipe, mas infelizmente perdeu sua cobrança de pênalti na disputa de pênaltis contra os Estados Unidos na final. Tejada, foi nomeado como o Jogador Mais Valioso do torneio por seus esforços. Ele é atualmente o maior artilheiro de todos os tempos da história do Panamá.

Tejada é conhecido como “Matador” por seus instintos na frente do gol (Reprodução/Goal.com)

Gabriel Torres (Huachipato–CHI): Torres tem todos os atributos exigidos de um centro-avante, e mais: ele é rápido, autoconfiante e adora bater os defensores. É o homem que o Panamá procura quando um objetivo é necessário. Em nível de clube, ele jogou por oito equipes na última década, por toda a América do Sul, mas também teve 18 meses com Lausanne na Suíça de 2016 a janeiro deste ano, quando se mudou para o Chile.

Fábio Pires
Fábio Pires tem 20 anos, está cursando o 4° ano de Jornalismo pela Universidade do Estado de Mato Grosso. Apaixonado pelo jornalismo esportivo, vê por meio da futura profissão uma maneira de trabalhar com o que realmente gosta. Tem experiência nas áreas de assessoria de comunicação e imprensa, produção em telejornalismo, novas mídias, fotografia, fotojornalismo, produção de charge e opinião ilustrada.

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