Em 2021, Ponte Preta teve o pior ataque na Série B do Brasileirão dos últimos 4 anos

À primeira vista, em 2021, a Ponte Preta teve um ano complicado, com uma temporada de altos e baixos. Inclusive, o time, sacramentou a permanência na Série B apenas na penúltima rodada, com a vitória diante do Confiança, fora de casa. Bem como, colocando os números desse ano, a Macaca teve, nesta temporada, o pior índice ofensivo na Série B do Campeonato Brasileiro e marcou apenas 39 gols com 38 rodadas disputadas.

A saberdesde 2018, ano em que a equipe retornou à segunda divisão e permaneceu desde então. Da mesma forma, na 11ª colocação assegurada neste ano, registrou uma campanha com 12 vitórias, 13 empates e 13 derrotas. Logo, marcou 39 gols e sofreu 40 tentos.

Ocasionalmente, a média ofensiva da equipe foi de, aproximadamente, 1,02 gol por partida, o que culminou no pior desempenho ofensivo da Macaca em quatro anos. Assim como, o principal artilheiro da equipe no torneio foi o atacante Moisés, com sete gols marcados. Relembre os gols:

Em 2021, Ponte Preta tem o pior ataque na Série B do Brasileirão

Tal como, em 2020, o Alvinegro Campineiro converteu 54 bolas na rede na Série B, registrando uma média de 1,4 tento por jogo. Já em 2019, a Macaca marcou 41 gols, tendo uma média ofensiva de 1,07 tento por partida.

Eventualmente, em 2018, primeira temporada após a o rebaixamento da equipe, a Ponte converteu 42 chances criadas. Ou seja, registrou uma média de 1,1 gol marcado por duelo.

Em conclusão, um dos principais desafios de Gilson Kleina, que teve seu contrato renovado junto ao clube no início do mês, e seus jogadores para 2022, é melhorar o desempenho ofensivo da Macaca. Ainda mais, o objetivo é auxiliar na missão da equipe na temporada: conquistar o acesso para a Série A do Campeonato Brasileiro.

No entanto, o time antes tem seu primeiro desafio, o Campeonato Paulista, com estreia marcada para o dia 26 de janeiro, contra o Palmeiras, no Allianz Parque, em São Paulo.

Foto destaque: Divulgação / Álvaro Jr./PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs