Copinha: com quatro casos de Covid, Ponte joga desfalcada nesta noite. (Foto destaque: Divulgação/PontePress)

De antemão, os Juniores da Ponte Preta entram em campo na noite desta quarta-feira (12), para enfrentar o Jacuipense-BA pela segunda fase da Copinha, com um desfalque inesperado. Assim como, quatro atletas testaram positivo para Covid-19 e já foram isolados – todos eles passam bem. Nesse sentido, o jogo acontece às 20h (horário de Brasília), no Estádio Lancha Filho, em Franca.

Juntamente com isso, ficarão fora, sob acompanhamento médico, o zagueiro Euller, o lateral/volante Alex Girolli, o atacante Bruninho e o volante Alex Paulino. Além deles, dois membros da comissão técnica –  o fisioterapeuta Ruan e o massagista Gustavo – também testaram positivo.

“É um fato inesperado, mas temos que priorizar a saúde de todos acima de qualquer coisa, e estou certo que quem entrar vai dar seu melhor. Nossa meta não mudou: queremos vencer e seguir na Copinha”, destaca o Técnico Eduardo Abdo.

A saber, os paulistas encaram os baianos e espera-se um jogo com os dois times indo pra cima. Em outras palavras, na última rodada, ambas as equipes golearam seus adversários e querem avançar de fase na competição. Por outro lado, no último jogo a Macaca, goleou o Confiança – PB por 5 x 1, com gols marcados por Eliel, Maurício, Matheus Alisson, Bruninho e Tiago Duarte para a Macaca, enquanto Edvaldo, de pênalti, para o Confiança-PB.  Assista aos melhores momentos.

Copinha

De maneira que, partir desta fase, todos os jogos são mata-mata. Portanto, se vencer, passa, se empatar, penalidades máxima. Bem como, isso é, todos os anos, é normal que muitas caiam diante desta etapa. Vale lembrar, as chamadas zebras não são eventos isolados na Copa São Paulo

Contudo, só na primeira fase, muitos times de Série A não conseguiram embalar e, nem sequer arrancaram a classificação à segunda fase. por exemplo, o próprio Juventude, do grupo da Macaca. Foto destaque: Divulgação/PontePress

Foto destaque: Divulação/ PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

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