Passaporte Rússia – Top 5 ídolos franceses

- Conheça os maiores ídolos da história da Seleção Francesa

Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o segundo de sete textos sobre a Seleção Francesa desta edição. Confira os cinco maiores ídolos da história dos Les Galos.

Em meio a campanhas magistrais e decepcionantes, a França também aparece como uma das escolas de jogadores de maior destaque do mundo. Com 14 participações até aqui, os azuis colecionam, desde 1930, estrelas a nível mundial de suas respectivas épocas e, inclusive, muitos brilharam em Copas.

Pensando nisso, a lista a seguir elenca os cinco maiores jogadores da história francesa, seja por títulos conquistados, gols marcados, número de partidas jogadas etc.

PASSAPORTE RÚSSIA – OS CINCO MAIORES ÍDOLOS DA SELEÇÃO FRANCESA

5 – Lilian Thuram

Em meio a uma cultura futebolística que preza por atacantes e dribles, a escolha de um zagueiro para ídolo pode parecer estranha, mas a opção por Thuram é cirúrgica. Nascido em 1972 na ilha de Guadalupe, departamento ultramarino francês no Caribe, o beque iniciou sua carreira no Mônaco aos 19 anos. E foi pelo time do Principado que conseguiu sua primeira convocação à seleção.

Anteriormente à Copa de 98, Thuram já havia aparecido pela seleção nacional na Eurocopa de 96, realizada na Inglaterra, mas foi em seu país que ele alcançaria o status de ídolo. Frente à Croácia, fruto da dissolução da antiga Iugoslávia, Thuram marcou seus únicos dois gols com a camisa da França, mas tais tentos foram vitais. Os croatas, que tinham aberto o marcador com o atacante Davor Šuker – ao final do torneio, terminaria como artilheiro, com 6 gols – aos 46 minutos de jogo, estavam classificando-se à final quando, um minuto após o susto em casa, o zagueiro empatou a partida após tabela com Djorkaeff, levando à loucura os 76 mil espectadores no Stade de France, em Paris.

(Reprodução/Youtube)

A consagração veio aos 69 minutos. Após roubar a bola do meia Jarni, bateu de canhota de fora da área e virou o placar, levando os azuis à sua primeira final em uma Copa do Mundo. 2 x 1. Caso o zagueiro não tivesse se atrevido no ataque, não veríamos a festa francesa contra o Brasil e que culminaria com o primeiro título do torneio para les bleus. Thuram foi escolhido o terceiro melhor jogador da edição de 1998, ficando atrás somente do brasileiro Ronaldo e do croata Davor Šuker. Também figurou na lista da Seleção da Copa com os melhores de cada posição ao longo do torneio e é, até hoje, o jogador com maior número de partidas pela França, num total de 142 aparições.

Após se tornar campeão mundial, fez parte da seleção francesa campeã da Euro 2000, título que levou a França ao primeiro lugar no ranking da FIFA de 2001 a 2002. Ele também atuou nas Copas de 2002 e 2006 e nas Euros de 2004 e 2008, além da realizada em 1996, e defendeu, além do clube que o revelou, o Mônaco, as camisas de Parma, Juventus e Barcelona, onde encerrou a carreira em 2008. Após sua aposentadoria, criou a fundação Lilian Thuram, que desenvolve atividades de conscientização como forma de combate ao preconceito racial.

Thuram, ajoelhado, celebra com Henry seu segundo gol na partida contra a Croácia e o que garantiu a vaga francesa à final da Copa de 98. (Reprodução/Eurosport)

4 – Just Fontaine

Da lista, o único jogador da televisão em preto e branco, mas isso pouco importa. Nascido na cidade de Marraquexe, em Marrocos, então colônia francesa, Fontaine começou sua carreira como atacante no Casablanca, time do país africano. Após boas exibições, chamou a atenção do Nice, que conseguiu sua contratação. E foi na nova casa que ele começou a por seu nome na história da França.

Embora tenha participado do último jogo das eliminatórias para a Copa de 54, o atacante acabou não sendo convocado, mas o destino ainda o reservava uma grata surpresa. Já em 58, na Suécia, com a lesão do então titular Thadée Cisowski, Fontaine, que já estava no Reims, seu último clube, foi convocado e não decepcionou a confiança depositada. Na fase de grupos, 3 gols contra o Paraguai, 2 contra a Iugoslávia e 1 contra a Escócia. Já na fase de mata-mata, 2 contra a Irlanda do Norte e 1 contra o Brasil em jogo que ficou marcado pela eliminação francesa e hat-trick de Pelé. Na decisão de terceiro lugar, um bombardeio pra cima da Alemanha Ocidental. 4 gols e melhor campanha da França até então.

Just Fontaine em 1958. Atacante francês é o maior marcador de uma única edição, graças aos 13 tentos anotados na Suécia (Arquivo/globoesporte.com)

Se tiver perdido as contas, refresque sua memória: o francês anotou incríveis 13 tentos na edição realizada no país escandinavo e superou o artilheiro do mundial anterior, o húngaro Sándor Kocsis, que assinalou 11. Fontaine é, desde então, o jogador que mais gols marcou em uma única Copa – e, por certo tempo, foi o maior artilheiro dos mundiais até o alemão Gerd Müller conseguir somar o 14º gol na Copa do Mundo de 1974. No total, foram espantosos 30 gols em 21 partidas pela França, média de 1,43 por jogo.

Fontaine ainda superou notáveis jogadores compatriotas como Michel Platini e Zinédine Zidane em 2004, quando foi eleito o melhor jogador francês em premiação dos cinquenta anos da UEFA. Para celebrar seus 50 anos, a entidade máxima do futebol europeu pediu que cada federação afiliada a ela elegesse seu melhor jogador das últimas cinco décadas. A lista foi divulgada em novembro de 2003.

Entretanto, nem tudo são rosas. As sucessivas lesões atrapalharam a carreira de Fontaine. Seu último jogo pelos bleus foi em 1962, contra a Bulgária, pelas eliminatórias da Copa de 1964.

3 – Thierry Henry

Um dos nomes mais exaltados da França nas últimas duas décadas é, também, persona non grata entre os brasileiros. Autor do gol que eliminou a Seleção Canarinho da Copa de 2006, o atacante francês teve início de carreira semelhante a Lilian Thuram. Embora não tenha nascido em Guadalupe, possui a cidadania do país devido a seu pai, além de ter iniciado sua carreira no Mônaco quatro anos após o zagueiro.

Foi convocado pela seleção principal em 1997 após boas exibições no sub-20 e já no ano seguinte esteve na Copa sediada em sua terra natal. No torneio, Henry anotou três gols e se consagrou como artilheiro da equipe na campanha que deu o primeiro título aos franceses. Dois anos mais tarde, pela Eurocopa de 2000, Henry também anotou três gols e encerrou sua participação como artilheiro dos bleus, além da conquista em cima da Itália.

2002 e 2003 foram anos em que Henry, assim como a França, foi do inferno ao céu. A campanha dos azuis na Copa de Japão/Coreia foi pífia, com os franceses terminando sua participação zerados no ataque. O craque francês, que esteve na derrota na estreia contra Senegal por 1 x 0, foi expulso no empate em 0 x 0 contra o Uruguai e ficou de fora do revés por 2 x 0 frente à Dinamarca, que culminou com a eliminação francesa do torneio ainda na fase de grupos.

(Reprodução/Pinterest)

Já no ano seguinte, pela Copa das Confederações que o próprio país sediou, Henry era apontado como principal jogador de sua seleção com as ausências de Zidane e Vieira. E não é que ele correspondeu às expectativas? Com quatro gols ao longo do torneio, ajudou a equipe a conquistar seu segundo título do campeonato – o primeiro havia sido dois anos antes, em 2001 – e se consagrou de vez como um dos grandes nomes do futebol mundial. Henry ainda receberia a Bola de Ouro por ser o melhor jogador da competição e a Chuteira de Ouro pela artilharia, além de ter sido eleito pelo Grupo de Estudo Técnico da FIFA o homem do jogo em três das cinco partidas.

Em 2006, na Alemanha, Henry foi um dos principais nomes da equipe. Anotou três gols ao longo da competição, inclusive contra o Brasil de Ronaldo, Ronaldinho, Kaká e companhia após cobrança de falta de Zidane. Na final, novamente a Itália, mas a reedição da final da Euro 2000 não foi como o esperado. Vitória nos pênaltis dos italianos e vice-campeonato aos franceses.

Pelas eliminatórias da Copa de 2010, Henry se envolveu na maior polêmica de sua carreira. Devido à má campanha na fase de grupos, ficando atrás de Sérvia e à frente de Áustria, Lituânia, Romênia e Ilhas Faroé, a França se viu submetida a decidir na repescagem contra a Irlanda uma vaga para a Copa. Após vitória no estádio rival por 1 x 0, gol de Anelka, os franceses não administraram a vantagem no Stade de France e foram à prorrogação. Aos 13 minutos da etapa inicial, após levantamento de Malouda na área, o atacante ajeitou a bola com a mão e fez o toque para o gol de Gallas. Mesmo com reclamação por parte dos irlandeses, o árbitro validou o gol que classificaria os bleus. Após o encerramento da partida, o atacante disse em entrevista que não teve intenção de colocar a mão na bola.

Henry celebra com Zidane o gol que garantiu a vitória contra o Brasil na Copa de 2006. Atacante é o maior artilheiro da história francesa, com 51 gols marcados (Reprodução/World Football Index)

Após a Copa de 2010, Henry anunciou sua aposentadoria da Seleção Francesa. Em números gerais, é o segundo jogador que mais atuou com a camisa dos bleus, com 123 jogos – ficando atrás de Lilian Thuram, com 142 -, e o maior artilheiro da história francesa, com 51 tentos anotados ao longo dos 13 anos de serviço prestado ao seu país. Além disso, coleciona passagens por Juventus, Arsenal – onde, inclusive, viveu a melhor fase de sua carreira, anotando 226 gols em 369 e se consagrando como maior artilheiro da história do clube inglês -, Barcelona e New York Red Bulls.

O craque francês também impressiona em números individuais. Foi por duas vezes o segundo colocado na eleição de Melhor Jogador do Mundo pela FIFA, em 2003 e 2004, quando perdeu para seu compatriota, Zinédine Zidane, e para seu futuro companheiro de equipe, Ronaldinho Gaúcho, respectivamente.

2 – Michel Platini

A nova geração pode conhecê-lo apenas como um ex-presidente da UEFA, mas a verdade é que Platini é um dos maiores não apenas do futebol francês, mas do futebol mundial. Nascido em Jœuf em junho de 1955, o ex-meio-campista é filho de imigrantes italianos que, inclusive, foram donos de um restaurante especializado em massas.

Começou sua carreira ainda jovem, no Nancy, aos 17 anos, e aos 18 já era titular da equipe francesa. Após boas atuações por seu clube, ganhando, ainda, a Copa da França, Platini foi convocado para a seleção que disputaria a Copa do Mundo de 1978. No entanto, o debut daquele garoto franzino foi dois anos antes contra a então Tchecoslováquia, que, posteriormente, seria a campeã da Eurocopa de 76. Logo na estreia, o meia recebeu do capitão Henri Michael e anotou para os azuis. Já na Copa, acabaria sofrendo uma precoce eliminação na primeira fase. O melhor momento foi na derrota contra a anfitriã Argentina, quando fez seu primeiro gol no torneio.

(Reprodução/Youtube)

Quatro anos após a frustrada campanha no continente sul-americano, o meia chegava à sua segunda Copa, em 1982, na Espanha, como a grande estrela dos bleus. Classificando-se em segundo de seu grupo, a França avançou até a semifinal, quando caiu para a Alemanha Ocidental. Platini, de pênalti, contribuiu para que seu país abrisse 3 x 1 no placar, mas os alemães foram atrás do empate e eliminaram os franceses nas penalidades máximas. Na decisão do terceiro lugar, a derrota por 3 x 2 para a Polônia lhe deu um amargo quarto lugar, mas era, até então, o melhor resultado do país desde a terceira colocação conquistada em 58, na Copa da Suécia.

O auge de Platini veio em 1984. Com a Eurocopa daquele ano sendo realizada em seu país, o craque fez bonito diante de sua torcida ao conquistar o primeiro título de maior expressão da história francesa. Autor de nove gols em cinco partidas, inclusive na final, contra a Espanha, o craque se tornaria, até então, o maior jogador da história da França.

Mais experiente, a Copa de 1986, realizada no México, seria a redenção de uma geração comandada por ele. E seus súditos não fizeram feio. Classificados às oitavas-de-final, marcou um gol na vitória por 2 x 0 sobre a então campeã Itália. Nas quartas, contra o Brasil, anotou mais gol, mas a partida terminou empatada em 1 x 1. Embora tenha desperdiçado seu pênalti, a França eliminou o Brasil nos pênaltis pelo placar de 4 x 3 e avançou às semis. No entanto, novamente a Alemanha Ocidental aparecia no caminho do meia e novamente a história seria triste. Derrota por 2 x 0.  Pela disputa de terceiro lugar, 4 x 2 contra a Bélgica ao final da prorrogação e, agora sim, melhor campanha dos franceses desde 1958.

Michel Platini na final do Euro de 1984 (Reprodução/INTRAPTBOL)

Após pendurar as chuteiras, Platini chegou a comandar a seleção de seu país, onde atingiu a marca de 19 partidas invicto no comando dos Bleus e sendo dispensado após ser eliminado na primeira fase da Euro de 1992. Em janeiro de 2007, tornou-se o sexto presidente da UEFA, entidade máxima do futebol europeu, e foi responsável, por exemplo, pela punição com cartão vermelho para falta cometida por trás e proibição ao goleiro de tocar com as mãos uma bola atrasada pelos pés de um colega de equipe.

Em se tratando de clubes, coleciona passagens, além do Nancy, por Saint-Étienne, onde conquistou a primeira divisão francesa, e Juventus, onde viveu a melhor fase da carreira com os dois títulos da Primeira Divisão Italiana, uma Taça dos Campeões – atual Liga dos Campeões – e uma Copa Intercontinental. Já individualmente, aparece em diversas seleções dos maiores jogadores de todos os tempos elaboradas por várias revistas, além de ter sido eleito três vezes melhor jogador do mundo em premiação da revista francesa France Football. Ainda pela Seleção Francesa, é o segundo maior artilheiro da história, com 41 gols, atrás somente de Thierry Henry.

1 – Zinédine Zidane

Como não colocá-lo em primeiro? Mesmo os mais novos o conhecem e o conhecem muito bem! Maior jogador da história da França, o craque sempre aparece em diversos rankings entre, no mínimo, os cinco melhores jogadores da história do futebol mundial. Não é pouca coisa! Nascido em Marselha, em 1972, a lenda francesa é descendente de argelinos. Com a carreira iniciada no Cannes, transferiu-se ao Bordeaux, onde as boas atuações pelo novo clube o levaram à seleção. No entanto, nem tudo são flores, nem mesmo para um dos maiores da história.

O começo de sua trajetória com a camisa dos bleus foi marcada por irregularidades. Esteve apagado na Eurocopa de 1996, quando a França chegou à semifinal, e até mesmo no início da campanha do título mundial de 1998. Após estreia tranquila contra a África do Sul, acabou sendo expulso no jogo seguinte, contra a Arábia Saudita, e levou um gancho de duas partidas de suspensão. Com boas atuações nas quartas e semis contra Itália e Croácia, respectivamente, foi na grande decisão contra o Brasil que Zizou, como é carinhosamente chamado pelos amantes de futebol, escreveu seu nome na história.

Zidane com a taça da Copa de 98, realizada na França (Reprodução/Esportes – R7)

Com doblete do craque francês e outro de Petit, nos acréscimos do segundo tempo, a França conquistava pela primeira vez uma Copa do Mundo. 80 mil espectadores no Stade de France, em Paris, viram a coroação de uma geração e de uma seleção que desde a primeira edição, em 1930, almejava o caneco máximo do esporte. Embora tenha decidido a final e mesmo com a campanha irregular ao longo do torneio, foi escolhido o segundo melhor jogador, atrás do brasileiro Ronaldo, que seria seu companheiro no Real Madrid anos depois.

Já pela Eurocopa de 2000, Zidane apareceu justamente quando a equipe mais precisou dele e, com gols marcados contra Espanha e Portugal nas quartas e semis, respectivamente, levou a equipe ao segundo título da competição, conquistado frente à seleção italiana.

As copas de 2002 e 2006 levaram Zidane e a França do inferno ao céu. Na edição realizada em Japão/Coreia, a Zizou sofreu um estiramento na coxa. A lesão o impossibilitou de jogar na estreia e na segunda partida, quando les bleus perderam para Senegal e empataram com o Uruguai, respectivamente. Nem a volta no sacrifício na última rodada contra a Dinamarca puderam mudar o destino naquela ocasião. 2 x 0 e a favorita Seleção Francesa não passava da fase de grupos. A Copa da Alemanha, entretanto, guardava uma grata surpresa aos fãs do esporte.

Após campanha irregular em seu grupo, terminando atrás da Suíça, os azuis emplacaram vitórias importantes até a final com boas participações de seu camisa 10. Contra a Espanha, nas oitavas, fez o gol que sacramentou os 3 x 1. Frente ao Brasil, contra quem já tinha brilhado 8 anos antes, outro show. Dessa vez, a assistência para o gol de Henry em cobrança de falta foi o ponto máximo de uma partida em que Zizou abriu uma chapelaria em Ronaldo Fenômeno, seu colega de equipe no Real Madrid, e em Adriano Imperador.

(Reprodução/Folha)

Veio, então Portugal, e o camisa 10 não decepcionou. O gol de pênalti marcado aos 33 minutos colocavam a França na segunda final de sua história. O adversário era ninguém menos que a Itália, que só não tinha mais conquistas do Mundial que o Brasil. Após Materazzi derrubar Malouda na área, Zidane ficou encarregado de cobrar o pênalti e, com direito a cavadinha, venceu um dos maiores goleiros da história, Gianluigi Buffon, e colocou os bleus em vantagem.

O gol italiano veio pouco mais de 10 minutos depois, com o mesmo Materazzi que cometeu o pênalti. E são os autores dos gols da partida que protagonizaram um dos maiores vexames da Copa. Por volta dos três minutos do segundo tempo da prorrogação, o zagueiro italiano teria insultado a irmã do capitão francês. A resposta de Zidane foi agredir Materazzi dando-lhe uma cabeçada no peito. Após conferir com o auxiliar, o árbitro expulsou o camisa 10, que viu do vestiário sua seleção perder nos pênaltis, por 5 x 3. Apesar da expulsão, Zidane foi eleito o melhor jogador da competição e encerrou sua carreira.

Em se tratando dos clubes que defendeu, coleciona passagens por Juventus, onde conquistou dois Campeonatos Italianos e uma Copa Intercontinental, e Real Madrid, onde conquistou um Campeonato Espanhol, uma Liga dos Campeões e uma Copa Intercontinental. Em seu primeiro trabalho como treinador, também pelo clube espanhol, Zizou coleciona, até aqui, duas Ligas dos Campeões, dois Mundiais Interclubes e um Campeonato Espanhol. Individualmente, possui uma das carreiras mais invejadas. Indicado em seis oportunidades ao prêmio de melhor jogador do mundo, foi eleito nos anos de 98, 2000 e 2003, consolidando-se de vez entre os maiores da história. Ainda pela Seleção Francesa, é o quarto maior artilheiro da história, empatado em 41 gols com Olivier Giroud, e o quarto com mais partidas disputadas pelos bleus, com 108 aparições em 12 anos de serviços prestados.

Samuel Lima

Sobre Samuel Lima

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"O garoto que gostava de ficar na banheira quando jogava bola na 4ª série cresceu. A partir da 6ª série, passou a elaborar as jogadas, a ter uma melhor visão de jogo, uma melhor visão de mundo. A vida de jogar bola parou há algum tempo, mas a visão de jogo permanece. E é essa mesma visão que ajudará esse jovem de 21 anos a elaborar as ideias relacionadas a esse esporte que está muito além das quatro linhas convencionais de um campo de futebol. Da minha querida Inácio Monteiro para o mundo da bola, com prazer, Samuel!"

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