Passaporte Rússia – Top 5 ídolos egípcios

- Conheça os maiores ídolos da história da Seleção Egípcia

Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o segundo de sete textos sobre a Seleção Egípcia desta edição. Confira os cinco maiores ídolos da história dos “faraós” da bola.

Uma dura missão é elencar os grandes nomes do futebol do Egito. Uma seleção heptacampeã da Copa de Nações Africanas e a maior da história do continente, com certeza, muitos fizeram história com essa camisa. Apontaremos os melhores goleadores, os mais habilidosos e influentes desta cultura antiga e rica.

PASSAPORTE RÚSSIA – OS CINCO MAIORES ÍDOLOS DA SELEÇÃO EGÍPCIA

5 – Ahmed Hassan

Meio campista, Ahmed Hassan foi um jogador habilidoso. O atleta começou sua carreira pelo Aswan, mas foi após sua passagem pela equipe do Ismaily que ele realmente fez o seu nome. Rapidamente se tornou a estrela da equipe, atuando como meio-campista e também atraiu a atenção de um grande número de clubes europeus.

Hassan teve contribuição fundamental para o Egito vencer a Copa das Nações Africanas de 1998, disputada em Burkina Faso. Depois disso, transferiu-se para o futebol europeu. Seu primeiro destino no Velho Continente foi a Turquia, onde permaneceu por oito anos e jogou por quatro clubes diferentes, incluindo o Besiktas, que ele representou por dois anos a partir de 2003.

O egípcio teve uma boa passagem pelo Anderlecht, da Bélgica, ajudando o clube a ganhar o Campeonato Belga e Supercopa nas duas temporadas.

Jogador comemorando seu gol na semi final da Copa de Nações Africanas em 2013 (Reprodução/Mohamed Ghanem)

4 – Essam El-Hadary

El-Hadary é goleiro, um dos mais velhos jogadores a atuar por uma seleção, com 44 anos no ano passado, na campanha do título da Copa das Nações Africanas. O egípcio atuou pela seleção em 148 oportunidades, um recorde em seu país.

Ainda em atividade, o guarda metas atua pela equipe do Ismaily SC. Sua carreira é vitóriosa, por onde passou conquistou troféus. Essam El-Hadary atuou fora do seu país, na Suíça, pela equipe do Sion.

Essam El-Hadary comemorando a classificação para a Copa do Mundo na Rússia 2018 (Reprodução/Divulgação/FIFA)

3 – Hossam Hassan

Hossam é o maior artilheiro da seleção do Egito, com 68 gols. Hoje com 51 anos, é a referência de muitos jogadores que atuam e vivem na base dos clubes do Egito.

Atualmente atua como treinador no país e divide seu tempo passando boas experiências de tempo da bola. A última equipe que treinou foi o El-Ittihad El-Iskandary, da primeira divisão nacional.

Meio campista durante jogo entre Egito e África do Sul em 2005 (Reprodução/Internet)

2 – Mohammed Aboutrika

Aboutrika foi um grande futebolista egípcio, que dentro de campo, nos últimos anos, mostrou sua força e velocidade como atacante. Participou de três Mundiais Clubes da FIFA com o Al-Ahly: 2005, 2006 e 2012.

O atleta foi considerado por três anos consecutivos o melhor egípcio do ano e foi considerado o jogador de futebol do ano africano pela BBC em 2008 e 2009. Quando disputou a Copa das Confederações, foi indicado para a seleção da competição entre os melhores.

O atleta fora dos campos ajudou a nação egípcia nos conflitos étnicos existentes em muitas regiões, no qual a intolerância religiosa predominava. Seu nome já foi citado em lista terrorista.

Aboutrika em campo com a seleção egípcia (Reprodução/Goal)

1 – Mohamed Salah Ghaly

Mohamed Salah começou no futebol na equipe do Al-Mokawloon, em 2010. Em 2012 foi transferido para o futebol suíço, defendendo o Basel. Passou pelos clubes da Fiorentina, Chelsea, Roma e atualmente defende o Liverpool.

O egípcio é a grande sensação do futebol europeu. Salah foi eleito o melhor jogador da Premier League 2017/2018. Com a camisa do Liverpool, o “Rei Faraó” fez 43 gols até agora na temporada.

Egito jogando contra Portugal e Salah em campo ditando o jogo (Reprodução/Robert Hradil/Getty Images)
Diego Monteiro

Sobre Diego Monteiro

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Jovem jornalista apaixonado por futebol, música e resenha boa. Sou paranaense na terra da garoa. Alguns dizem que sou doido, mas doido é quem me chama. De loucura e razão, todos nós temos um pouco.

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