Passaporte Rússia – Top 5 ídolos Costarriquenhos

- Conheça os maiores ídolos da história da Seleção Costarriquenha

Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o segundo de sete textos sobre a Seleção Costarriquenha desta edição. Confira os cinco maiores ídolos da história dos Los Ticos.

PASSAPORTE RÚSSIA – OS CINCO MAIORES ÍDOLOS DA SELEÇÃO COSTARRIQUENHA

5 – Paulo Wanchope

Ex-atacante, Paulo Cesar Wanchope Watson é o atual técnico da Seleção Costarriquenha. Com 45 gols em 73 jogos internacionais, é um dos jogadores que mais vestiram a camisa nacional. Entre os gols, estão dois que foram marcados durante o jogo inaugural da Copa do Mundo de 2006.

Em Novembro de 2007, aos 31 anos, por conta das inúmeras lesões que o acompanhavam, Wanchope anunciou sua aposentadoria. Como atacante jogou também no Manchester City, em 2004. Sua despedida da Seleção nacional ocorreu em 13 de Janeiro de 2008, num amistoso contra a Seleção Sueca de Futebol. Em 16 de Janeiro, Wanchope se aposentou definitivamente como jogador, atuando agora, como técnico.

Wanchope comemorando gol – Copa de 2006 (Reprodução/Tico Times)

4 – Joel Campbell

Joel Nathaniel Campbell Samuels, mais conhecido como Joel Campbell, atua como atacante e atualmente, joga no Betis. Sua primeira atuação pela Seleção Costarriquenha principal foi em 5 de junho de 2011, contra Cuba, em partida válida pela Copa Ouro da CONCACAF. Já na estreia, entrou após substituição de Marco Ureña e marcou seu primeiro gol com a camisa da Seleção. Foi destaque na Copa do Mundo de 2014. Jogando de titular, marcou o gol de empate contra o Uruguai pelo Grupo D e foi considerado o melhor jogador da partida que teve o placar final de Uruguai 1 x 3 Costa Rica. Com 25 anos, o jogador canhoto é promessa para a Copa da Rússia de 2018.

Campbell comemorando Gol contra o Uruguai na Copa de 2014 (Reprodução/Jornal Online EXPRESS)

3 – Keylor Navas

Goleiro de 31 anos, Keylor Antonio Navas Gamboa atua no Real Madrid. Começou sua carreira na Seleção Costarriquenha em 2003 pelo Campeonato Mundial de Futebol Sub-17, só estreando na equipe principal em 2008, num amistoso contra o Suriname. Na CONCACAF, participou de duas edições em 2009 e 2011.

Foi titular na Copa do Mundo do Brasil em 2014, na equipe treinada por Jorge Luis Pinto. Destacou-se juntamente com Joel Campbell e Bryan Ruiz, sendo considerado o melhor jogador, na campanha histórica que não deixou passar Itália e Inglaterra. Defendeu a penalidade de Theofanis Gekas, contra a Grécia, em partida válida pelas oitavas de final, onde a seleção da Costa Rica venceu na disputa de penalidades por 5 x 3, passando adiante na competição. Uma lesão, deixou o goleiro fora da Copa Ouro da CONCACAF de 2015 e não participou da Copa Ouro da CONCACAF de 2017, para descansar.

Keylor Navas – Copa do Mundo de 2014 (Reprodução/Plano Tático/Futebol Alternativo)

2 – Bryan Ruiz

Conhecido pela torcida por Bryan Ruiz, Bryan Jafet Ruiz González, é um atacante de 32 anos, capitão da Seleção Costarriquenha, e com ela já disputou a Copa Ouro da CONCACAF de 2011 e 2015, a Copa do Mundo FIFA de 2014. Atualmente, joga no Sporting.

Sua estreia pela Seleção principal, foi em 2007 em uma partida amistosa entre Costa Rica e Nova Zelândia. Foi ele o comandante da equipe da campanha histórica da Copa do Mundo no Brasil, onde os costarriquenhos eliminaram as grandes campeãs mundiais (Itália e Inglaterra), onde só caiu nos pênaltis nas quartas-de-final pela Holanda. No mundial, foi considerado o principal jogador da seleção ao lado do Goleiro Navas, Ruiz marcou duas vezes no mundial, fez o gol da vitória (1 a 0) e da classificação na segunda rodada contra a Itália, na fase de grupos e fez contra a Grécia nas oitavas no empate por 1 a 1.

Bryan Ruiz comemorando o Gol contra a Itália na Copa do Mundo de 2014 (Reprodução/Sporting Lisboa)

1 – Rolando Fonseca

Estamos falando do maior artilheiro da Seleção costarriquenha. Já Aposentado, Fonseca, estreou em 1992, marcando seu primeiro gol contra o Panamá no ano seguinte. Esteve presente em 110 partida, marcando 47 gols, o que o consagrou como o maior artilheiro, até deixar a seleção em 2011.

Participou das edições da Copa América em 1997, 2001 e 2007 e de duas edições da Copa Ouro da CONCACAF nos anos de 2002 e 2003. Mesmo sem ter marcado nenhum gol, fez parte do elenco do Mundial de 2002. Na Copa de 2006, o técnico Alexandre Guimarães não o convocou. Poderia até ter ido para a Copa da África em 2010, mas a Costa Rica não se classificou. Se despediu dos Ticos em 2011 em uma partida contra a China.

Fonseca, Copa do Mundo de 2002 (Reprodução/Getty Images)
Joyce Marcolino

Sobre Joyce Marcolino

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Da pelada na rua aos clássicos dos clássicos, dos melhores jogadores aos nunca revelados, o futebol me cativou desde cedo. Hoje, a mulher de 20 anos que estuda jornalismo continua se apaixonando pelo esporte e tirando dele uma sensibilidade que poucos sabem que existe. Falar de futebol para mim, é falar da minha essência e da minha paixão e apesar de ser aquela são paulina super protetora, o estádio e um bom jogo sempre será um programa que me cativa. É como diz Bill Shankly "O futebol não é uma questão de vida ou de morte. É muito mais importante que isso..."

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Da pelada na rua aos clássicos dos clássicos, dos melhores jogadores aos nunca revelados, o futebol me cativou desde cedo. Hoje, a mulher de 20 anos que estuda jornalismo continua se apaixonando pelo esporte e tirando dele uma sensibilidade que poucos sabem que existe. Falar de futebol para mim, é falar da minha essência e da minha paixão e apesar de ser aquela são paulina super protetora, o estádio e um bom jogo sempre será um programa que me cativa. É como diz Bill Shankly "O futebol não é uma questão de vida ou de morte. É muito mais importante que isso..."

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