Passaporte Rússia – Top 5 ídolos australianos

- Conheça Os Maiores Ídolos Da História Da Seleção Australiana

Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o segundo de sete textos sobre a Seleção Australiana desta edição. Confira os cinco maiores ídolos da história dos Socceroos.

A missão de listar os ídolos de uma seleção pode não fazer jus quando um time não teve tantas oportunidades ao longo de sua história. Com apenas 4 participações na Copa do Mundo – não passando da primeira fase em 3 delas -, a Austrália mal pôde mostrar do que é capaz. Muitos dizem que isso se deve ao fato de que a seleção enfrentava fracos adversários quando era afiliada à OFC (Confederação de Futebol da Ocenia), onde foi campeã em 4 Copas das Nações da Oceania. Acreditaram no avanço do time quando se juntaram à AFC (Confederação de Futebol da Ásia), onde foi campeã na Copa das Nações da Ásia em 2015 e vice em 2011. Apesar de sua curta participação no cenário futebolístico, a seleção não deixa de ter seus exímios atletas e conheceremos, agora, 5 dos maiores jogadores da terra dos cangurus.

PASSAPORTE RÚSSIA – OS CINCO MAIORES ÍDOLOS DA SELEÇÃO AUSTRALIANA

5 – ARCHIE THOMPSON

Atualmente, no Melbourne Victory, Thompson joga pela Seleção Australiana desde 2001, participando de 47 jogos e dono de 28 gols marcados, atuando como atacante. Seu destaque vem do recorde mundial de mais gols marcados numa partida internacional, contra a Samoa Americana, em 11 de abril de 2001, nas classificatórias para a Copa do Mundo de 2002, marcando 13 dos 31 gols australianos na partida.

Archie Thompson (Reprodução/IMDB)

4 – BRETT EMERTON

Um dos atletas com mais participações pela seleção, Emerton jogou em 95 partidas e marcou 20 gols. Começando como lateral, logo passou a ser meia e era conhecido por sua velocidade. Em 2003, foi eleito o melhor jogador da Oceania, ganhando nas eleições contra seu compatriota Harry Kewell. Atualmente é aposentado, jogou pela seleção até 2012 e encerrou sua carreira em 2014, no Sidney FC.

Brett Emerton (Reprodução/zimbio.com)

3 – JOHNNY WARREN

Meia das antigas, Warren foi um destaque da primeira seleção australiana a participar de uma Copa do Mundo, em 1974, onde apesar de não ter marcado nenhum gol, se mostrou um jogador habilidoso. Por sua devoção em promover o futebol no país, foi conhecido como Capitão Socceroo. Em sua história na seleção, marcou 7 gols e teve um bom desempenho no ST George FC. Após se aposentar como jogador, também foi treinador, escritor e comentarista.

Johnny Warren (Reprodução/adelaidenow.com)

2 – HARRY KEWELL

Atacante e meia da seleção, iniciou a carreira na Inglaterra, no Leeds United. Recebeu várias premiações, como o jogador jovem do ano no futebol inglês e quatro títulos de futebolista do ano na Oceania. Jogou no Liverpool, em 2003, onde conquistou os títulos da Liga dos Campões da UEFA (2004-05) e da Copa da Inglaterra (2005-06). Pela seleção australiana, marcou 17 gols em 58 jogos. Participou das Copas do Mundo de 2006 e 2010 e conquistou um título na Copa das Nações da OFC, em 2004. Apelidado por “Mago de Oz”, Kewell era habilidoso com a perna esquerda e, atualmente, está aposentado e almeja ser técnico.

Harry Kewell (Reprodução/foxsports.com)

1 – TIM CAHILL

Meio-campo, um dos jogadores com mais gols marcados pela seleção (50 gols em 104 partidas) e dono do primeiro gol australiano numa Copa do Mundo, na partida contra o Japão, em 2006, na primeira fase. A seleção japonesa vencia o placar por 1 x 0, antes de Cahill virar o jogo nos últimos minutos, marcando dois gols. Foi eleito o homem do jogo, após a partida. Conquistou os títulos das Copas das Nações da OFC (2004) e da AFC (2015). Atualmente, joga no Millwall.

Tim Cahill (Reprodução/zimbio.com)
Giovani Buselli

Sobre Giovani Buselli

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Giovani Buselli, 22 anos, jornalista em formação pela FAPCOM, apaixonado por música e curioso pelas áreas esportivas e jurídicas. Paranaense, vivendo na cidade cinza paulista, me aproximei da comunicação por um antigo sonho de justiça e o amor pela escrita, presente em todo jornalista. Baterista nas horas vagas.

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Giovani Buselli, 22 anos, jornalista em formação pela FAPCOM, apaixonado por música e curioso pelas áreas esportivas e jurídicas. Paranaense, vivendo na cidade cinza paulista, me aproximei da comunicação por um antigo sonho de justiça e o amor pela escrita, presente em todo jornalista. Baterista nas horas vagas.

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