Muros de estádio do Botafogo amanhecem pichados com ameaças de morte

- Kalou, Cícero e Honda foram os principais alvos da torcida Alvinegra no ato

Nesta terça-feira (01), o estádio Nilton Santos, do Botafogo, amanheceu com os muros pichados. Dessa forma, ameaças ao elenco e à diretoria foram feitas através de frases intimidadoras. O protesto aconteceu por conta da péssima fase do Glorioso, que não vence há oito rodadas e ocupa a 19ª colocação do Brasileirão 2020.

Frases como O Botafogo vale mais do que suas vidas”“Já ouviram falar de morte de jogadores?” estiveram presentes na manifestação. Assim, os maiores alvos do protesto foram os jogadores Honda, Kalou Cícero. A possível queda para a Série B do ano que vem também foi motivo para ameaças de morte.

Segundo as imagens da reportagem do FogãoNet, tiveram ameaças também para o Pai Sérgio de Ogum, que há um tempo atrás decretou o rebaixamento do Botafogo. Assim, a frase dizia “Bala no Pai Sérgio”.

FASE DO BOTAFOGO

Botafogo, que acabou de eleger seu novo presidente, não está bem nessa temporada. Dessa forma, o clube perdeu os últimos quatro jogos, não vence há oito partidas e ocupa a vice lanterna do Brasileirão. Além disso, o clube foi eliminado nas oitavas de final na Copa do Brasil, perdendo em casa para Cuiabá.

O fantasma da Série B vem assombrando o Botafogo nas últimas temporadas. Dessa forma, a torcida alvinegra tem sofrido constantemente. Hoje, o clube colhe os frutos das más administrações de seu passado recente. Assim, a última vez que o Fogão caiu foi no ano de 2014, com 34 pontos ganhos, ocupando a 19ª posição na tabela.

O técnico recém-chegado Eduardo Barroca foi diagnosticado com Covid-19 nesta segunda-feira (30). Assim, o Glorioso não terá seu técnico à beira do campo e nos treinamentos por pelo menos 14 dias. O Botafogo deu início na última quarta-feira (25), contra o Galo, a uma sequência de partidas contra equipes que ocupam a parte de cima da tabela, como São Paulo Flamengo.

Foto destaque: Divulgação/FogãoNET

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Felipe Tavares
Felipe Tavares
Carioca, apaixonado por futebol. Nunca me vi trilhando uma carreira longe dele. Escolhi o jornalismo para poder trabalhar e viver desse esporte que está no meu sangue. Meu maior objetivo é cobrir uma Copa do Mundo.

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