boca

Portanto, a Conmebol agiu rápido e divulgou os áudios da cabine do VAR, no lance do gol anulado contra o Boca Juniors. Em menos de 24 horas, a entidade saiu em defesa de sua equipe de arbitragem, após o time argentino a acusar de favorecimento ao Atlético-MG.

Em suma, o lance do segundo tempo poderia mudar a história do jogo, já que, com o gol fora de casa, o Boca só não passaria se o Galo virasse a partida. O empate levou o confronto aos pênaltis, onde os brasileiros levaram a melhor. A jogada em si é bastante difícil, mas a arbitragem chegou a um consenso que o meia Diego González atrapalhou o goleiro Éverson.

Decerto, na cobrança de falta, o jogador do Boca correu na direção do goleiro, chegando a se chocar com o brasileiro. Por isso, Éverson não conseguiu completar a defesa, e a bola sobrou para o lateral-direito Weingandt marcar. No áudio, pode-se ouvir a decisão de Esteban Daniel Ostojich Vegah, que foi a tela do VAR, à beira de campo, para rever junto dos componentes da cabine:

“(O número 23) vai buscar a bola e interfere no goleiro, que não faz o gesto que deveria fazer por causa da disputa de bola. Na linha, o número 23 está fora de jogo. Perfeito, houve interferência. Vou remarcar (o lance) como fora de jogo”.

O impedimento é milimétrico, e, para isso, quase oito minutos foram precisos para que a decisão fosse tomada. No meio deste tempo, a confusão entre jogadores do Boca e do Galo já acontecia, com direito a expulsões dos dois lado e ameaças de briga, que se cumpriram depois, dentro do vestiário.

Foto destaque: Reprodução/CONMEBOL

Robert Ferreira
Sou o Robert! Fiz jornalismo para vivenciar histórias, estar dentro dos fatos e o principal, ter acesso a verdade, sempre! O esporte sempre esteve na minha vida, e unir a escrita com o futebol seria é o ideal de vida. Escrevi para redação do jornal universitário além de atuar fortemente nas redes sociais com posicionamentos sobre cultura negra. Sujeito calmo com o objetivo de ganhar o mundo!