Ponte Preta aposta no retrospecto recente positivo em casa. (Foto destaque: Diego Almeida/ PontePress) 

Primeiramente em busca da reabilitação na Série B, a Ponte Preta aposta no retrospecto recente positivo em casa. Dessa forma uma vitória em casa alivia a pressão imposta pela tabela e também a tensão causada por uma semana conturbada nos bastidores do clube.

Ademais o primeiro desafio neste mês de setembro é na próxima sexta-feira (3), diante do Sampaio Corrêa. Tal como a Macaca tenta a quinta vitória consecutiva no Majestoso. Bem como após silêncio dos jogadores em protesto e polêmicas extracampo nos últimos dias.

Juntamente com isso a Ponte acertou a CLT de julho na sexta-feira (27), mas os direitos de imagem chegaram a três meses em aberto na última segunda. Assim também existe dívida com parte da comissão técnica. Assim, a manifestação seria uma forma de solidarizar-se com quem não recebeu. Da mesma forma a situação gerou um mal-estar interno entre as partes.

Segundo o clube, a maioria do elenco está registrada integralmente como CLT. Decerto a posição oficial da diretoria é que segue trabalhando “com empenho para deixar as contas em dia”.

Eventualmente basta a dificuldade financeira para honrar os compromissos e com polêmicas envolvendo a exclusão de conselheiros do quadro por inadimplência que respingou no futebol. Por outro lado chegou ao fim do pagamento de premiações extras que o elenco vinha recebendo do presidente de honra Sérgio Carnielli a cada vitória.

Ponte

Do mesmo modo se conseguir passar por cima dos problemas de bastidores, o time vai igualar a maior sequência de vitórias no Majestoso. Decerto desde 2018, na arrancada da reta final da Série B, quando também era comandada por Gilson Kleina.

Inegavelmente que a responsabilidade fica ainda maior jogando em casa. De fato a Macaca ao lado do Brasil-RS, tem a pior campanha como visitante na Série B. Ou seja, são sete derrotas e quatro empates em 11 jogos longe de Campinas.

Em conclusão com 22 pontos, a Ponte Preta vai entrar em campo fora da zona de rebaixamento. No entanto, o alívio está longe de ser realidade pelos lados do Majestoso, dentro ou fora das quatro linhas.

 

(Foto destaque: Diego Almeida/ PontePress) 

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs