Proximidade a zona de rebaixamento com a derrota da Ponte Preta contra Vasco da Gama, em São Januário. (Foto destaque: André Durão)

Inicialmente a Ponte Preta chega a 14 jogos sem vencer como visitante e amarga pior jejum fora de casa desde 2016. Conforme a derrota diante do Vasco por 2×0 no último domingo (29) o time completou a marca de 14 jogos sem vencer fora de casa. Do mesmo modo entre a reta final do Paulistão e atual campanha da Série B.

Assim também a última vez que ganhou de virada por 2 x 1 sobre o São Caetano, no Anacleto Campanella, em 22 de abril, ainda pela primeira fase do estadual, a Ponte acumulou nove derrotas e cinco empates longe do Majestoso.

Pior campanha, veja o retrospecto:

Vasco 2 x 0 Ponte Preta
Coritiba 2 x 0 Ponte Preta
Botafogo 2 x 0 Ponte Preta
CRB 1 x 1 Ponte Preta
Vitória 1 x 0 Ponte Preta
Náutico 1 x 1 Ponte Preta
Vila Nova 0 x 0 Ponte Preta
Brasil-RS 1 x 1 Ponte Preta
Guarani 1 x 0 Ponte Preta
Sampaio Corrêa 1 x 0 Ponte Preta
Brusque 2 x 1 Ponte Preta
Novorizontino 2 x 0 Ponte Preta – Troféu do Interior
RB Bragantino 1 x 1 Ponte Preta – Troféu do Interior
Ituano 2 x 1 Ponte Preta – Paulistão

Tal como no Brasileirão de 2016, o time teve a melhor campanha do clube na era dos pontos corridos. Por outro lado terminou a competição em oitavo, com 53 pontos. Juntamente com isso a Ponte também ficou 13 jogos seguidos sem ganhar fora de casa, além de um pela Copa do Brasil.

Em suma, os atuais números deixam a Macaca como a pior visitante da Série B 2021 até aqui ao lado do Brasil-RS, com 12,12% de aproveitamento (sete derrotas e quatro empates).

Eventualmente, a Ponte tem 22 pontos, fora da zona de rebaixamento, e volta a campo na sexta-feira. Bem como às 19h, o time recebe o Sampaio Corrêa no Moisés Lucarelli em busca da reabilitação na Série B.

 

(Foto destaque: André Durão)

 

 

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs