Como estão os jogadores da Ponte Preta. (Foto destaque: Diego Almeida/PontePress)

Acima de tudo protagonismo é o processo de ser o figurante principal de uma apresentação. Assim como o protagonista no futebol é aquele jogador que luta, compete, joga para a torcida, representa a camisa do time e é um líder em campo. Analogamente após essa breve descrição coloco Ivan como o protagonista da Ponte Preta.

Eventualmente o feito é mostrado em números. Do mesmo modo o defensor carrega 152 jogos com a camisa da Ponte, assume a responsabilidade de ser o capitão e a cada atuação faz defesas inacreditáveis. Tal como no último jogo foi o protagonista do jogo em que a Ponte Preta quebrou um jejum de 15 jogos sem vencer fora de casa e a vítima foi o Operário. Bem como o placar terminou em 2×1 para os visitantes.

Ocasionalmente com gestos o goleiro mostrou liderança e resiliência na hora de recuperação na lesão do punho. Por outro lado a volta por cima após a ausência nas olimpíadas. Imediatamente todo os argumentos são certos para receber  o título de protagonista.

Ivan

Desde já revelado pela Ponte o jovem já vestiu a amarelinha algumas vezes pela categoria de base. Assim também tem identificação com a torcida pontepretana e apesar de ter ficado fora da equipe em 10 rodadas, o defensor é três anos titular absoluto da Macaca e entrou para galeria dos principais goleiros da história do clube.

Da mesma forma também se tornou o nono arqueiro com maior número de jogos. Simultaneamente está atrás de Carlos (437 jogos), Aranha (209), João Brigatti (202), Sérgio Guedes (183), Lauro (172). Do mesmo modo Ciasca (171), Serafim Morelli (169) e Wilson Quiqueto (159).

Afinal titular absoluto, Quaresma já despertou o interesse de grandes clubes nacionais e internacionais. Ainda mais que especulação mais forte, no momento, é que o jogador seja uma das opções do São Paulo.

Em resumo, fica aqui a torcida por esse líder e um pedido para não deixar a nação (pelo menos agora).

 

 

(Foto destaque: Diego Almeida/PontePress)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs