Em sua estreia, Wagner Lopes comenta goleada do Vila Nova: “Gosto de jogar ofensivamente”

Depois de boa partida do Vila Nova, o técnico recém-chegado, Wagner Lopes, aproveitou para exaltar o trabalho em equipe. A saber, no sábado (13), o Tigre goleou o Iporá por 5 x 0. Além disso, o time da capital conseguiu mostrar bom futebol no Estádio Olímpico, em Goiânia.. 

É importante lembrar que o plantel não contou com Alan Mineiro, suspenso preventivamente por cinco dias pelo Tribunal de Justiça Desportiva de Goiás (TJD-GO). Entretanto, é esperado que o meia volte a campo no duelo contra o Atlético-BA, pela 1ª fase da Copa do Brasil, nesta quarta-feira (17), às 17h (horário de Brasília).

“Eu não esperava uma goleada, muito pelo contrário. Os jogos que assistimos do Iporá foram bem complicados. Ressalto a entrega e a união do nosso grupo. Os atletas foram no limite. Além disso, os meninos que entraram foram muito bem. Eu esperava um jogo bem mais complicado”, confessou o técnico.

Apesar de fazer um 1º tempo morno, o Vila Nova conseguiu ser fatal na última etapa

Posteriormente, o comandante falou sobre o bom retorno da equipe colorada do vestiário. Além disso, Wagner Lopes analisou suas mudanças na equipe no intervalo. A saber, o Tigre marcou somente um gol no 1º tempo. Contudo, no 2º, balançou as redes quatro vezes e decretou a goleada sobre o Iporá.

“Centralizamos o Dudu, adiantamos o Arthur e, assim, subimos a linha defensiva. Donato e Saimon subiram a linha, e fizeram nosso time ficar mais compacto. Isso foi o grande diferencial. Eles não esperavam que fôssemos marcar lá em cima. Esse é nosso trabalho: no intervalo, tentar mudar a postura e dar uma chacoalhada.”

Por fim, o técnico comentou sobre seu gosto por jogar ofensivamente. No entanto, ressaltou a importância de atacar com responsabilidade e, dessa maneira, não deixar a defesa exposta.

Gosto de jogar ofensivamente, mas nem sempre vai ser possível jogar assim. Eu gosto de equilíbrio para atacar e para defender. Contra o Iporá, ficamos expostos em alguns momentos. Então, ainda precisamos de repetição para o balanço defensivo ter a sobre de marcação, que eu chamo de superioridade numérica. Não adianta a gente querer sair atacando de qualquer jeito sem cuidar da defesa, transição e, principalmente, do equilíbrio entre atacar e defender”, finalizou Wagner Lopes.

Foto destaque: Divulgação/Douglas Monteiro/Vila Nova FC

Danyela Freitas

Danyela Freitas

Sou goianiense, graduada em Letras pela Universidade Federal de Goiás (UFG), pós-graduada em Jornalismo Esportivo pela Estácio-SP e tenho três grandes paixões: a escrita, a leitura e o esporte (não necessariamente nessa ordem).