Vasco chega ao fim de 2021 com sete treinadores diferentes

Em suma, o Vasco chega ao fim da temporada de 2021 com uma marca ruim, que mostra o fracasso do ano. Decerto, quando entrar em campo, na segunda-feira (16), com o Fábio Cortez comandando, a equipe será o sétimo treinador à beira do gramado. Portanto, com três interinos no meio do caminho, a diversidade de ideias entre as figuras que treinaram o clube demonstrou o quão difícil foi o ano para o torcedor.

Decerto, o ano começou com Vanderlei Luxemburgo, quando o time ainda lutava para não cair para a Série B no final da temporada de 2020. A escolha do “profexô” já teve a participação de Jorge Salgado, presidente que, na época, acabara de ser eleito. Não deu certo.

Com a queda, a procura por um novo nome começou. Até a chegada de Marcelo Cabo, o segundo treinador, a equipe teve um ex-jogador no comando. Decerto, Diogo Siston esteve à beira do campo em alguns jogos do Campeonato Carioca. Em suma, Cabo assumiu e foi até a 12ª rodada da Série B, quando foi demitido. A irregularidade do time foi a principal indicação da saída.

Lisca e Diniz para tentarem o acesso do Vasco

Portanto, entre o tempo da procura do novo comandante, Alexandre Gomes, auxiliar técnico permanente da equipe, foi ao campo e treinou por um jogo, contra o CSA, no empate em 2 x 2. Decerto, o quinto nome da lista é Lisca. O treinador gaúcho teve passagem relâmpago com resultados ruins e praticamente tirando as chances do Vasco de acesso.

A partir daí, chegou Fernando Diniz. O último nome principal treinou o time por 13 rodadas e, no começo, deu esperanças ao torcedor, mudando drasticamente a qualidade e os resultados da equipe. Entretanto, nas últimas quatro rodadas, o clube perdeu partidas e zerou as chances de subir para a elite do futebol em 2022. Agora, já sem Diniz, o último treinador do ano será Fábio Cortez. Decerto, o auxiliar estará à frente do Cruzmaltino nas três rodadas finais da Série B e, até segunda ordem, até um novo treinador ser contratado.

Foto destaque: Divulgação/Vasco

Robert Ferreira
Sou o Robert! Fiz jornalismo para vivenciar histórias, estar dentro dos fatos e o principal, ter acesso a verdade, sempre! O esporte sempre esteve na minha vida, e unir a escrita com o futebol seria é o ideal de vida. Escrevi para redação do jornal universitário além de atuar fortemente nas redes sociais com posicionamentos sobre cultura negra. Sujeito calmo com o objetivo de ganhar o mundo!