À primeira vista o treino da Ponte Preta nesta terça-feira (31) foi ainda mais especial para cinco jovens jogadores da Base. Surpreendentemente os talentos da “subiram” para o profissional no treino de hoje.

Assim também ao mesmo tempo em que ajudam a Comissão Técnica a desenvolver atividades que precisam de mais jogadores, os garotos ganham mais experiência e têm a oportunidade de mostrar um bom futebol. Eventualmente começarem a cavar espaço rumo à equipe principal.

Primordialmente estiveram em campo o meia Vitinho , de 16 anos, o lateral direito Cauê de 17 anos, o volante Gabriel Ramos com 19. Bem como o atacante Bruninho  com 20 e o caçula da turma, o goleiro Vitor, de 14 anos.

“Gostei muito do trabalho, fui bem recebido. Aqui é outro esquema, é bem mais pegado. E treinar com o Ivan foi excelente, gostei muito”, diz o goleiro Vitor SUB15, que é fã declarado de Ivan, camisa 1 titular da alvinegra.

Em suma o garoto finaliza falando sobre como se sente em estar na Ponte e o que quer para o futuro.

“Sou de Campinas é muito bom estar em um time que antes eu só assistia pela TV. Quero chegar no profissional e conseguir trazer boas vitórias para a Ponte Preta”, afirma.

Talentos da base

Juntamente com isso o preparador de goleiros Betão também fez uma análise dos talentos e do garoto Vitor.

“É sempre importante trazer os goleiros da Base, fazer essa integração, sintam o ambiente do profissional, convivam com os goleiros mais velhos. E nos possibilita conhecer mais desses atletas. O Vítor tem um biotipo muito bom, parte técnica também já vimos que é boa. Para ele é importante vir trabalhar com a gente”, afirma.

Do mesmo modo aos 16 anos, o meia Vitinho balançou as redes defendidas por um dos goleiros do profissional. Assim também ressaltou que foi muito bom sair um pouco da rotina da Base:

“Aqui é outro volume, outra intensidade. Meus companheiros me ajudaram muito e me deram um ótimo passe, aí saí cara a cara com o goleiro e fiz um golaço”, comemora o jogador que está na Base alvinegra desde os 12 anos.

Enfim, o atleta termina falando sobre a grande diferença entre jogar nos SUBs e no time oficial é a força e a cobrança. Ou seja Na Base preparam os garotos para estarem no profissional. Ainda mais que uma vez a realidade é no time profissional e é lá que realizam os sonhos.

“Essa é uma camisa enorme e é muito gratificante vestí-la”, finaliza.

 

(Foto destaque: Diego Almeida/PontePress)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs