Nossa muralha Ivan. (Foto destaque: Álvaro Jr./PontePress)

Desde já a Ponte Preta tem um goleiro que é a nossa muralha. Do mesmo modo tomar gols faz parte da vida de um goleiro. Em contrapartida com a força dos ataques das equipes de hoje em dia, sair de uma partida sem ser vazado uma única vez é algo digno de nota. De maneira que o goleiro Ivan é mesmo um grande arqueiro. Assim também no mais de 150 jogos que disputou com a camisa 1 alvinegra o arqueiro saiu sem tomar nenhum gol em 60 deles.

“É muito gratificante. Como goleiro, a gente trabalha para não sofrer gols. Claro que a gente prioriza sempre a vitória em qualquer jogo, mas quando a gente sai do jogo sem tomar nenhum, é ainda mais satisfatório”, diz o capitão pontepretano.

Da mesma forma lembra que os jogos em que não foi vazado terminaram em vitórias ou empates da Macaca. No entanto é importante destacar que aqueles em que Ivan tomou gol não significa que foi derrotado. Ou seja, cerca de 50% das partidas em que o goleiro tomou gol, ainda assim a Ponte venceu ou empatou. Ou seja, com Ivan na meta, a Macaca só foi superada em 33% das partidas que disputou.

Juntamente com isso o goleiro faz questão de dizer que o mérito de manter as redes intactas em 60 partidas tem de ser compartilhado com os atletas. De maneira que quando isso ocorre a razão é não só boas defesas do arqueiro, mas também uma boa performance do sistema defensivo.

Nossa muralha

Simultaneamente se tudo correr bem, Ivan quer aumentar a marca para 61 nesta noite de quarta-feira (29). Ainda mais que o time irá enfrentar o CSA, longe de casa.

Contudo o histórico dos confrontos entre as equipes não é favorável para o time alagoano. Do mesmo modo se enfrentaram oito vezes, com cinco vitórias para a Macaca, dois empates e uma vitória para o Azulão. Assim como as equipes se encontraram pelo Brasileirão e pela série B.

 

(Foto destaque: Álvaro Jr./PontePress)

 

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs