Kleina falou após a derrota contra o Náutico. (Foto destaque: ÁlvaroJr/ PontePress)

Desde já habitualmente após os jogos o treinado Gilson Kleina em entrevista coletiva após a derrota por 2 x 1 para o CSA. Do mesmo modo reclamou da arbitragem. De maneira que as principais críticas foram em cima da própria expulsão e do pênalti anotado aos 50 minutos do segundo tempo após checagem do VAR.

Da mesma forma o time alvinegro abriu o placar com um gol de Rafael Santos, mas Iury Castilho deixou tudo igual ainda no primeiro tempo. Assim como nos acréscimos da etapa final, o VAR viu toque de mão de Cleylton dentro da área após cruzamento. Ou seja, marcou a penalidade depois de revisar o lance no VAR.  A saber o treinaldor após dois cartões amarelos por reclamação e foi expulso.

“Tem hora que nem sei porque sou expulso. Não falei nada. Eu fui repor a bola, porque os gandulas não estavam mais. A comissão técnica do CSA pediu para os gandulas sumirem com as bolas. Eu não falei nada, só quis repor a bola para o meu jogador cobrar. Me desculpa, mas a expulsão foi nada a ver”.

Ocasionalmente as palavras mais duras foram direcionadas à atuação do VAR no pênalti a favor do CSA. Contudo Kleina falou que o VAR veio para dar justiça, mas gostaria de saber quem fica determinando o lance

“O cara subiu para cabecear, como vai subir com o braço para trás. A regra diz que abriu o espaço, mas olha o movimento que ele faz, ele nem quer colocar a bola na mão. Agora passa a valer a interpretação do árbitro. O VAR precisa ser mais firme. Se for assim, todo lance vai ter pênalti. Essa é a minha maior indignação”.

“Vai ter um momento que você vai pegar os atacantes para começar a achar a mão do defensor em vez de cruzar. Ele tomou uma pressão ali e não sei o que deu que ele deu o pênalti. Agora o árbitro tem que relatar que os gandulas estavam sem a bola já. É isso que precisa melhorar no futebol. Árbitro também tinha de dar entrevista ao fim do jogo, colocar o que ele pensou, o raciocínio para todo mundo analisar. Não apenas colocar na súmula e acabou. Alguns jogos infelizmente as decisões foram equivocadas para a Ponte. Fica a minha indignação”.

Kleina

Simultaneamente o comandante também falou sobre o desempenho da Ponte em campo:

“Tiveram momentos que nós oscilamos. Na volta do segundo tempo precisa estar ligado, com foco mais alto, foi pedido isso. Foi um jogo que, ao meu ver, tivemos boas chances de poder ampliar o placar. Nosso melhor momento foi quando estávamos ganhando de 1 a 0. Tivemos transições, contra-ataques. Depois, no segundo tempo, a gente teve a grande chance com Veras, e a maneira como foi assinalado o pênalti deixa a derrota muito sentida”.

Em suma o resultado acaba com a série invicta da Ponte de três partidas, com duas vitórias seguidas. Bem como o time estaciona nos 32 pontos e perdeu uma posição para o Vila Nova, com 33, e agora aparece na 14ª colocação.

Em conclusão o próximo desafio é justamente contra o Vila Nova, às 21h de sábado, no Majestoso.

 

(Foto destaque: ÁlvaroJr/ PontePress)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs