Kleina sobre a derrota da Ponte Preta. (Foto destaque: Augusto Oliveira)

Inicialmente após as críticas a arbitragem e ao VAR Kleina bateu em outros pontos no jogo contra o CSA. Vale lembrar que a Ponte Preta foi derrotada por 2×1 em partida marcada por muita reclamação do comandante a arbitragem.

“Era para a gente levar um ponto precioso, mas a interpretação equivocada da arbitragem nos tirou esse empate”.

Assim como sobre as mudanças no time o técnico colocou:

“Fessin, no começo do jogo, virou o pé. Quando esfria, no intervalo, a dor aumenta. Ele ainda sentia um pouco de desconforto, mas tentou voltar até onde aguentava. Ele o Marquinhos foram até o limite. Era um jogo de muito contato. E aí começamos a buscar opções com as mudanças. A gente pensa de uma maneira e busca o melhor possível, mas nem sempre acontece. Infelizmente ali o árbitro viu um pênalti que, na minha opinião, é muito interpretativo”.

Segundo o profissional sobre o desgaste para o próximo jogo é uma preocupação que toda a comissão está vivendo:

“A gente administrou o Rayan hoje. Temos de respeitar os indicativos. Atletas que, de repente, se lesionam e você acaba perdendo para a reta final. Agora a gente viaja a madrugada toda para Recife, tentar fazer recuperação no hotel, depois segue para São Paulo e aí para Campinas”.

Kleina

De maneira que sobre a tomada de decisões, pontou:

“Se a gente analisar a origem do primeiro gol, foi uma transição nossa, que a gente perdeu a bola. Foi um belo chute do CSA, com defesa parcial do Ivan, e eles tinham alguém no rebote. Eles colocaram volume, mas acho que o time suportou bem. A gente sabia do comportamento deles hoje. Foi um jogo um pouco igual. Eles tinham até o volume, mas estava controlado. Infelizmente não tomamos as melhores decisões quando tivemos as transições à disposição”.

Em conclusão começa a preparação para a partida contra o Vila Nova no próximo sábado (2), no Moisés Lucarelli.

 

(Foto destaque: Augusto Oliveira)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs