Kleina avalia o jogo. (Foto destaque: Álvaro Jr/ PontePress)

A saber, frustrado com o resultado do jogo na última terça-feira (2), Kleina falou outros assuntos com a queda de rendimento do time no segundo tempo. Por outro lado, o time começou a segunda etapa do jogo vencendo por 2×0. 

“Nós paramos de prender a bola no ataque. Aí batia e voltava. A gente sabe que a gente verticaliza muito no Rodrigão e aí perdemos a transição também. Quando eles começaram a fazer a saída de três, eles colocaram mais um atacante por dentro. A gente não conseguia sair de trás. As primeiras trocas foram por desgaste de Iago e Rafael. Depois, ficaram com a bola alçada e foram felizes nessa situação. Pena que perdemos o Richard. Depois o Camilo entrou para tentar segurar a bola.

Além disso, o comandante pontuou que era um jogo intenso, assim como as trocas foram em cima dessa situação.

“Era um jogo para segurar a bola. Tivemos a infelicidade na hora do Dadá cruzar a bola. Tivemos dois homens na bola e perdemos um na última linha. Tivemos bons momentos, mas também problemas. É avaliar o saldo”.

Segundo Kleina, a projeção da reta final é trabalhar o emocional. Do mesmo modo, o segredo é fazer de tudo para vencer em casa. Além disso, ter inteligência e sabedoria.

“São mais dois adversários que brigam pelo G-4. Voltar a resgatar a força do Moisés. Que a gente tenha a tranquilidade e a competividade. Vamos avaliar. Tivemos baixa para o jogo. Aquilo que a gente montar, buscar fazer os três pontos”.

Kleina

Nesse ínterim, sobre a postura do time depois do intervalo, o comandante ressaltou que ninguém mandou abaixar as linhas. Assim como, citou que ‘fazer 2 x 0 e recuar' não existe.

“Parece que a gente falou no intervalo para parar de jogar. A gente sabia que eles aumentariam o volume. Perdemos um jogador por mais de 15 minutos depois que já tínhamos feito as mudanças. A bola começou a entrar pelo lado. Todos que entraram buscaram fazer o melhor. As escolhas foram minhas, a responsabilidade é de quem colocou.

Juntamente com isso, conclui que é colocar na cabeça que tem condição do time voltar a vencer em casa. Ou seja, mobilizar forte, pois o jogo vale muito.

“É conversar com esses atletas. Tem de ter o controle emocional. Assim a gente vai trabalhar. É a força do grupo que vai nos tirar dessa situação. Mas é pensar jogo a jogo. Agora o foco é o CRB”.

Foto destaque: Álvaro Jr/ PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs