Kleina falou após o jogo a Ponte Preta que segue imbatível em casa venceu mais uma vez. (Foto destaque: Álvaro Jr/ PontePress)

Inicialmente após a vitória no úlimo domingo (26) contra o Brasil de Pelotas em casa Gilson Kleina falou sobre a campanha avassaladora da equipe. Do mesmo modo para o técnico os números demonstram a análise do jogo:

“Nós temos atletas que têm um bom arremate de média distância. Os três setores cresceram muito. Pregamos isso lá atrás. Eram processos. Hoje foi um jogo que propusemos o jogo, conseguimos trabalhar no campo ofensivo, o adversário esperava apenas um contra-ataque. Às vezes a gente pecava no passe por dentro, o que não era a melhor escolha. A gente foi criando situações, com bolas na trave, gols anulados. De repente, em outra situação, poderia vir uma ansiedade, crescer o nervosismo, e as coisas poderiam acontecer até pior. Fico feliz que o time manteve a organização. Foi dessa organização que a gente conseguiu fazer esses três pontos”.

Assim também sobre as mudanças feitas durante a partida o técnico afirmou que todos que entraram em campo produziram. Ainda mais que lembrou que o Fessin fez o gol mesmo que dependa uma parte do Moisés que estava bem marcado. Simultaneamente observou que o Cirillo, técnico do Brasil  colocaria o terceiro zagueiro pensou que era hora de aumentar o poder de criatividade. De maneira que com Camilo e Thalles, aumentaria o poder de finalização e deu resultado.

Kleina

Da mesma forma sobre o crescimento de Marcos Júnior o comandante enfatizou:

“O coletivo da Ponte está muito forte. Quando você perde o Fábio Sanches, você perde o Felipe, o André Luiz. Aí você praticamente estreia agora o Lucas Cândido, e ele demonstra o jogador que realmente é. É um construtor, com uma visão impressionante. Mas precisamos respeitar a situação de cada um e ler o feedback dos jogadores. O Marcos Júnior mais uma vez fez uma partida muito interessante, consegue desequilibrar as linhas do adversário, está no ataque e na marcação. Ele estava no elenco, mostrou o real valor trabalhando quietinho, esperando a oportunidade. E hoje virou essa peça importante.

Tal como esperamos que o jogdor possa manter a regularidade.

“A gente fica feliz pelo meio de campo. Ainda temos jogadores para estrear, como o Matheus Anjos. Estamos bem servido. É saber trabalhar o que vamos enfrentar para extrair o melhor dos nossos atletas”, conclui.

 

 

 

(Foto destaque: Álvaro Jr/ PontePress)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs