Kleina diz que tinha noite que ia dormir sem saber se conseguiria evitar o rebaixamento. (Foto destaque: Reprodução SporTV)

À primeira vista, após a vitória contra o Confiança, no último sábado (20), Kleina falou sobre a preparação para o jogo após uma semana tensa. Além disso, destacou que o grande feito foi a mobilização depois da derrota contra o Londrina.

Juntamente com isso, lembrou que uma derrota com um jogo atípico, foi a identidade. Bem como, citou que o grupo conversou muito no hotel em Londrina.

“A gente estava ciente do comportamento que a gente tinha de ter no jogo contra o Confiança. Mais uma vez com entrega, mais uma vez confiando. O lado emocional foi muito forte nessa semana. Nós tínhamos de ter uma estratégia também, sem abdicar do jogo. Falei muito de união, da trajetória do início para o segundo turno. A gente sabe que virar o turno com 19 pontos… a gente flertou muito com a Série C. Era muito preocupante para todos. Mas valeu a convicção no trabalho do dia a dia.

Segundo o comandante sobre a superação no returno seria importante um nível de desempenho melhor com o trabalho de todos, desde a comissão técnica e da diretoria:

“Mesmo na situação difícil, a gente não podia deixar de ser transparente. Nosso torcedor entendeu que precisava do carinho. Os elogios e as críticas fazem parte. Foi importante toda essa retrospectiva. Você fazer 27 pontos no returno, ainda faltando um jogo. Se você faz essa pontuação no primeiro turno também, com certeza estaria buscando o acesso”.

Kleina

Eventualmente, Kleina falou sobre o alívio após o apito final: desmoronou e agradeceu a Deus. Ainda mais, que saiu um peso das costas. Assim também, todos estavam com essa pressão e não queriam demonstrar isso para os atletas.

“Tinha de colocar alegria no coração. Quando acabou a rodada ontem, os atletas estavam no lanche, e vi todos vibrando com os resultados, pensei que estava todo mundo envolvido e mobilizado. Hoje o grande feito foi a coragem, com foco, objetivo, só dependia da gente, e a gente saiu fortalecido do vestiário”.

Afinal, a mensagem ao torcedor é a palavra agradecimento. Tal como, um ponto importante foi o trabalho com uma equipe em formação que só depois de 12, 13 jogos que começou a ter um time.

“Quando cheguei, o Ivan e o Rayan, por exemplo, estavam machucados, os atletas chegando necessitando de um período para entrar em forma. Sabemos do sofrimento do pontepretano, mas tenho certeza que a partir do ano que vem a Ponte tem de dar um passo à frente, mudar a mentalidade, parar com essa história que não alcança conquista. É fazer uma Ponte vitoriosa, uma Ponte campeã. Esse é o lema”.

 

Foto destaque: Reprodução SporTV

 

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs