Juvenilson Souza, preparador da Ponte Preta fala sobre como os profissionais da área fizeram mudanças para que os jogadores possam enfrentar as consequências das lesões.(Foto destaque: Diego Almeida/ PontePress)

De antemão na última quarta-feira (1) foi comemorado Dia do Profissional de Educação Física. A saber as mudanças feitas nos campeonatos de futebol nacionais por causa da pandemia já estão em vigor há tempos. Assim como Juvenilson Souza, preparador da Ponte Preta fala sobre como os profissionais da área que fizeram mudanças. Primordialmente para que os jogadores possam enfrentar as consequências com as lesões que mais preocupam os times.

“Uma mudança muito relevante que ocorreu com a pandemia é que primeiro os atletas tiveram uma inatividade grande e quando as competições voltaram o calendário se apertou, com menos tempo entre os jogos e até período de férias menores. Isso já nos gerou uma expectativa de altos índice de lesões musculares, em especial as de posterior. Isso é muito estudado e se confirmou em alguns casos”.

Tal como o preparador pontuou que os índices na Ponte estão dentro do esperado. Eventualmente destacou os trabalhos preventivos e de corrida rápida, onde os jogadores atingem de 30 a 35 km por hora. Da mesma forma afirma que é um fato comprovado que para evitar as lesões neste calendário atual é necessário expor o atleta em atividades nestas velocidades altas, principalmente corrida.

Outrossim o preparador conta que a evolução física do elenco após o primeiro turno tem sido boa. Do mesmo modo com o controle exercido pela preparação física, fisiologia e departamento de performance pontepretanos.

“Avaliamos a carga crônica, que é a somatória das cargas de cada atleta ao longo do tempo, dos últimos meses, com a carga aguda, que é a desenvolvida no trabalho diária.  Baseado nesses números tomamos nossas decisões e, nestas semanas que temos mais tempo, estamos individualizando o trabalho para aperfeiçoar cada situação para que todos possam estar à disposição do Gilson Kleina e tenham um número maior de minutos em campo”

Juvenilson Souza

Ainda mais que o preparador acrescenta que o desafio é reduzir o número destas lesões. Assim também quando elas ocorrerem, ter o atleta o mínimo possível no Departamento Médico, possibilitando que ele esteja o mais rápido possível e em condições de jogo. Por outro lao acrescenta que outro ponto importante para entender é o conceito de intensidade de jogo.

“Hoje está muito na moda falar disso e uma das formas de intensidade que as pessoas mais identificam é o jogador correr em alta velocidade, mas outras formas existem para medir isso.

Todavia o número de passes que a equipe troca, os duelos defensivos e ofensivos. Bem como quando acelera o passe e quando se está posse de bola. Tudo isso permite ler a intensidade como um todo e medir as variáveis.

Por fim Juvenilson Souza comenta sobre a data comemorativa:

“Tenho muito orgulho de ser um profissional de educação física. É minha prioridade, um trabalho que faço com prazer e alegria, assim como meus colegas da área aqui na Ponte, o Guiga, o Kauê e o professor Léo, da performance. Hoje esse é um trabalho que cada vez mais ganha notoriedade e respeito, e parabenizo a todos os profissionais da área por esse dia de reconhecimento”, conclui.

 

(Foto destaque: Diego Almeida/ PontePress)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs