Especial dérbi 2011. (Ponte Preta x Guarani: tensão dentro e fora de campo (Foto destaque: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

De antemão sobre o especial dérbi da semana nesta terça-feira (14) trazemos a partida no dia 16/07/2011. Você lembra? Do mesmo modo quando tem dérbi a cidade de Campinas estaciona e dessa vez não foi diferente: gritaria, buzinaço, telefone tocando sem parar, saídas momentâneas do trabalho. Por outro lado curiosamente o técnico da Ponte Preta era Gilson Kleina que trouxe a torcida a vitória por 2×0.

Eventualmente quem sempre dá o show em dérbis é a torcida e desta vez 17 mil torcedores tomaram o Moisés Lucarelli, palco escolhido. Similarmente como disse o pontepretano Negro John:

“Eu diria que o ídolo que eu tenho é a torcida, porque 120 anos sem um titulo né uma torcida apaixonada que invade as cidades os locais atrás do time então essa torcida pra mim é o maior ídolo: 30 mil num Pacaembu 10 horas da noite 100 km de distância, 4 mil na Argentina  um recorde porque eles não liberam mais de 3 mil torcedores visitantes e a Ponte conseguiu colocar 4 mil pessoas lá e varias outras invasões que aconteceram durante a historia”.

Ainda mais que enquanto os times não entravam em campo, sempre a torcida responsável pelo show. Juntamente em campo, o jogo não foi bom até os 26 minutos, quando Ricardo Jesus cruzou para a área e Ricardinho se antecipou à marcação para abrir o placar.

Do mesmo modo o segundo gol seguiu dominando a segunda etapa sem dar chances para o rival. Bem como aos 7 minutos Emerson conseguiu defender, mas a bola sobrou limpa para Ricardo Jesus marcar o segundo gol da Ponte no clássico. Assim como o Guarani até chegou a balançar a rede, mas o gol foi anulado. Em suma, a a Ponte degurou a vitória por 2 x 0.

Ao final do clássico, a torcida da Ponte cantava e comemorava a vitória.

Especial da semana confira os gols:

 

 

(Foto destaque: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs