Em nota dos jogadores. (Foto destaque: Divulgação/ PontePress)

Inicialmente os atletas da Ponte Preta publicaram nas redes sociais, no início da madrugada deste domingo (3), em nota de repúdio à arbitragem. Bem como em razaão do pênalti inexistente dado ao Vila Nova, que tirou da Macaca uma vitória legítima.

Confira a íntegra da nota:

“Nós, atletas do elenco da Ponte Preta, vimos a público manifestar nossa total indignação em relação ao pênalti inexistente, que foi marcado aos 54 minutos do segundo tempo do jogo deste sábado, quando vencíamos de maneira legítima o Vila Nova.

As decisões dos senhores Adriano Barros Carneiro, que apitou o jogo, e do responsável pelo VAR, Wanderson Alves de Sousa., foram equivocadas, inexplicáveis e de uma incompetência que pode ser vista e confirmada em vídeo amplamente divulgado.

Como jogadores profissionais e integrantes de uma instituição à qual nos dedicamos e que merece todo o respeito, esperamos que a CBF atenda ao justo protesto de nossa diretoria e tome providências até mesmo para que o sistema adotado não caia em total descrédito.”

Em nota

Simultaneamente será que o VAR veio para fazer justiça? Assim também pelos lados da Ponte Preta não… De maneira que neste sábado (2) a Macaca recebeu o Vila Nova no Moisés Lucarelli e pela segunda vez  foi prejudicada pelo sistema que chegou para ‘ajudar' nos lances dos jogos.

De maneira que muita gente (inclusive eu) pensou que a vinda do VAR solucionaria todos os problemas do futebol e seria o fim das polêmicas. No entanto, muitas críticas têm sido feitas e com muita razão. Ainda mais que lembram do lance responsável pela derrota contra o CSA na última quarta-feira (29) que foi responsável pela vitória dos donos da casa.

Tal como o técnico Gilson Kleina foi expulso por reclamação e revolta com a arbitragem? Eventualmente mais uma vez o time foi prejudicado pela marcação de um pênalti que não existiu e que fez o Vila Nova empatar a partida.

De maneira que tudo estava caminhando para a vitória da Ponte com gol marcado aos 18′ de Rafael Santos até os 49 ‘ do segundo tempo em que o juiz Adriano Barros Carneiro (CE) foi chamado pelo VAR para analisar uma jogada e pegou toque de mão da defesa da Ponte após cruzamento da esquerda.

“Para mim, um lance normal. Parece que bateu no quadril, mas braço também estava junto ao corpo”, diz Paulo César de Oliveira, da Central do Apito.

Bem como o jogo ficou um tempo parado  e foi marcado o pênalti: gol de Pedro Jr. E assim terminou empatado em 1×1.

 

(Foto destaque: Divulgação/ PontePress)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

Deixe um comentário