Como estão os jogadores da Ponte Preta. (Foto destaque: Diego Almeida/PontePress)

À primeira vista, a Ponte Preta enfrentou o Avaí, na última terça-feira (5), com seis desfalques por questões físicas. Assim também a pergunta de hoje após 5 dias da partida é: como andam os atletas: Ivan, o lateral-direito Felipe Albuquerque, os zagueiros Cleylton e Thiago Lopes, o meia Fessin e o atacante Rodrigão.

De maneira que o intervalo até o jogo contra o Náutico, no próximo sábado (16), será de 11 dias ao todo. Tal como a expectativa é que alguns dos jogadores em recuperação fiquem à disposição de Gilson Kleina.

Bem como, Felipe Albuquerque,com trauma no tornozelo direito, Thiago Lopes, com estiramento no joelho esquerdo. Assim também Fessin,  em processo de recondicionamento físico.

Além disso, o atacante Rodrigão, tem treinado normalmente com o restante do elenco. Do mesmo modo participou do jogo-treino contra o Atibaia na sexta-feira (8), mas ainda passa por um trabalho de recuperação da força.

“Quando você fala em emagrecimento, quer dizer perda de gordura. O Rodrigão perdeu um pouco dessa massa gorda, mas também massa muscular, e consequentemente peso. Estamos cuidando disso, fazendo um trabalho de recuperação da força, a nutrição começou a intervir com suplementação. Vai depender da evolução dele durante a semana nos treinos” explicou o preparador Juvenílson Souza.

Como estão?

Simultaneamente Ivan, por ser goleiro, a situação é um pouco diferente. Segundo a assessoria de imprensa, o atleta fez algumas atividades específicas no gramado com o preparador Betão na sexta-feira (8). No entanto, ainda realiza tratamento das dores no tornozelo direito.

Em conclusão, com 34 pontos, a Macaca espera o complemento da rodada. Bem como para saber a distância que ficará da zona de rebaixamento. A saber, após dois dias de folga, o time se reapresenta na segunda-feira (11). De maneira que em preparação para a partida contra o Náutico no próximo sábado (16).

 

Foto destaque: Diego Almeida/PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

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