Como chegam as equipes para a partida. (Foto destaque:  Leandro Boeira/Avaí FC) 

Desde já dia de jogo entre Avaí x Ponte Preta e você imagina como os times vão entrar no jogo buscando os três pontos? Primeiramente o técnico avaiano deve repetir a escalação da vitória da última partida, contra o Botafogo.

Ainda mas sem Marcos Serrato, cumpre quarentena após positivar para Covid-19, e sem Getúlio, que teve uma lesão confirmada na coxa esquerda, Claudinei deve optar pela manutenção de Jean Cléber no meio de campo. Da mesma forma Jonathan deve aparecer como referência no ataque.

Juntamente com isso provável time: Glédson; Edilson, Alemão, Betão e Diego Renan; Bruno Silva, Jean Cléber e Lourenço; Vinícius Leite, Copete e Jonathan.

Como chegam os times?

Por outro lado com uma tarefa difícil, a Ponte Preta vai redobrar esforços para pontuar contra o Avaí:

“Ficamos muito indignados e chateados com a situação, e nossa diretoria está tomando todas as providências possíveis, mas nosso foco agora é no jogo de hoje, uma partida difícil, mas na qual temos que fazer nosso melhor para pontuar. Temos que pensar apenas nisso e dat nosso melhor dentro de campo”, diz o técnico Gilson Kleina.

Tal como para o jogo o treinador deve ter dois desfalques em relação a equipe que atuou na rodada passada. Bem como Rayan, que cumpre suspensão pelo terceiro amarelo, e Cleylton, que se lesionou no jogo passado. Assim como, Fábio Sanches deve ser uma das  novidades na defesa e a segunda vaga já foi definida, mas será conhecida apenas antes da partida.

“A gente trabalha o grupo todo, tem confiança em todos. Então nós conversamos e definimos a melhor estratégia para a gente poder escalar hoje”, enfatiza o auxiliar técnico Fabiano Xhá, que comandou a equipe na última partida.

De maneira que o provável time: Ivan, Felipe Albuquerque (Kevin), Fábio Sanches, Gustavo Cipriano e Rafael Santos; André Luiz, Marcos Júnior e Camilo; Richard, Moisés e Veras.

 

 

(Foto destaque:  Leandro Boeira/Avaí FC) 

 

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

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