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Em suma, após mais de 12h dentro do ônibus, os jogadores do Boca Juniors foram autorizados a retornar para a Argentina. O time estava detido pela polícia militar de Belo Horizonte, após as brigas ocorridas no pós jogo contra o Atlético-MG, pela Copa Libertadores.

Decerto, para deixarem o Brasil de vez, uma fiança de cerca de R$3 mil foi paga. Contra o time argentino, duas ocorrências foram abertas pelo caos no estádio. A fiança se referia a duas pessoas de todo a comissão de futebol do time, sem nomes revelados. Outros também tiveram que assinar um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência), com obrigação de voltar a Minas Gerais no dia do julgamento.

Em suma, os atletas Marcos Rojo, Diego González, Carlos Zambrano e o dirigente Raul Cascini estão fichados por lesão corporal. Além destes, Cristian Pavón, Sebástian Villa e Norberto Briasco também responderão por dano ao patrimônio público, já que as câmeras do estádio mostram estes quebrando e arremessando objetos pelo corredor dos vestiários.

Após a briga, a PM levou o time do Boca para a delegacia. Em primeiro momento, por conta dos protocolos contra a COVID, a polícia queria apenas os autuados. Entretanto, o treinador Miguel Ángel Russo disse que só iriam embora com todos as pessoas, e, por isso, o time inteiro acompanhou os depoimentos.

Foto destaque: Reprodução/Júlio César Santos

Robert Ferreira
Sou o Robert! Fiz jornalismo para vivenciar histórias, estar dentro dos fatos e o principal, ter acesso a verdade, sempre! O esporte sempre esteve na minha vida, e unir a escrita com o futebol seria é o ideal de vida. Escrevi para redação do jornal universitário além de atuar fortemente nas redes sociais com posicionamentos sobre cultura negra. Sujeito calmo com o objetivo de ganhar o mundo!

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