Anderson Conceição celebra bons números na Série B

Com apenas 12 gols sofridos em 22 jogos, o Vasco é dono de uma das melhores defesas da Série B. O Cruzmaltino saiu de campo sem ser vazado em 14 partidas, e sofreu apenas um tento nas últimas três rodadas.

Dessa forma, um dos responsáveis pelo bom desempenho defensivo é Anderson Conceição. Capitão do time carioca, o zagueiro acumula números expressivos pelo Vasco. Sobretudo, ele atuou em 20 rodadas do Brasileirão e lidera a equipe na média de cortes por partida (4,3), além de ter a segunda melhor média de bolas longas por jogo (3,8) e a terceira de passes certos (38,5). Contudo, os dados são da plataforma de estatísticas do esporte, SofaScore.

Acredito que o coletivo potencializa o individual, e vice-versa. Temos um sistema defensivo muito qualificado aqui no Vasco, o que me ajuda a ter um bom desempenho. Esses números são reflexo de todo um trabalho realizado, por mim, meus companheiros de equipe e membros da comissão”, disse o zagueiro, de 32 anos.

Sequência positiva de Anderson Conceição

Ao passo que Anderson Conceição também fala sobre a sequência do Vasco na Série B, onde o Cruzmaltino é o atual vice-líder, com 39 pontos. Em suma, pela equipe carioca, o defensor busca o seu quarto acesso, após subir de divisão por Joinville (em 2014, com título), América-MG (2015) e Cuiabá (2020).

Sabemos que a Série B é um torneio longo, que premia a regularidade. Vejo o nosso time no caminho certo e com boa margem de evolução para a reta final. Seguimos focados em busca dos nossos objetivos”, concluiu.

Após empate sem gols com a Chapecoense, no último domingo (31), o Vasco volta a campo contra Ponte Preta, na próxima terça-feira (9), às 20h30 (horário de Brasília), no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Em jogo válido pela 23ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Atualmente, a equipe carioca ocupa a vice-liderança do certame da segunda divisão, enquanto a Macaca está no 13° lugar com 21 pontos.

Foto destaque: Daniel Ramalho/Vasco

Tity Marx

Tity Marx

Na verdade, não fui eu que escolhi o jornalismo e sim ele que me escolheu. Sem dúvidas, a profissão é como um oceano que precisa ser desvendado na sua profundeza, só assim é possível conhecer e respeitar toda sua beleza.