Top 10: os maiores jogadores da história do Náutico

- De Bita a Vasconcelos, confira os dez maiores jogadores que passaram pelo Clube Náutico Capibaribe

Primeiramente, pegando o gancho do aniversário de 119 anos do Clube Náutico Capibaribe, resolvemos fazer um Top-10 dos maiores jogadores do clube alvirrubro. De Bita a Vasconcelos, confira os jogadores que mais fizeram história, vestindo a camisa do clube, que faz aniversário no dia 7 de abril. Lembrando que o ranking abaixo pode variar de opinião para opinião.

1 – Bita

Bita (Foto: GloboEsporte)

Em primeiro lugar, Sílvio Tasso Lasalvia, mais conhecido como Bita, é considerado um dos maiores ídolos da história do Clube Náutico Capibaribe, se não o maior. Atuou em um dos períodos mais importantes da história do time: entre os anos de 1962 e 1966. Com isso, ele anotou 223 gols em 319 partidas, se tornando o maior artilheiro da história da equipe.

Participou de quatro dos seis títulos estaduais consecutivos conquistados pelo Náutico. É daí que os torcedores utilizam o slogan: “hexa é luxo”, como uma alusão à essa época. Contudo, ainda participou da campanha história do Timbu no vice-campeonato Brasileiro de 1967, onde perderam no terceiro jogo (confronto de desempate), para o Palmeiras. Inclusive, também participou da vitória que tinha dado chance do Náutico, num terceiro jogo, no Brasileirão de 1966, logo após uma virada, em confronto que terminou 5 x 3.

2- Gena

Gena (Foto: Blogs NE10 – UOL)

Em 2º lugar, Genival Costa de Barros Lima, mais conhecido como Gena. Ele participou da campanha do hexacampeonato, conquistando os seis títulos consecutivos do time. Logo depois, foi para o Santa Cruz, conquistando um pentacampeonato seguido, se tornando o único atleta a conquistar 11 títulos estaduais de forma consecutiva. Ainda assim, participou da campanha do vice-Campeonato Brasileiro e ganhou o Prêmio Belfort Duarte, que era dado aos atletas “fair play” do Brasil, que tivessem ao menos duzentos jogos oficiais sem sofrer expulsões ao longo de no mínimo 10 anos.

3 – Jorge Mendonça

Jorge (Foto: Clube Náutico Capibaribe)

Em 3º lugar, Jorge Pinto Mendonça. Ele era um ponta-de-lança habilidoso e finalizador. Anotou 95 gols na sua passagem pelo clube, se notabilizando como um reserva que decidia vários jogos. Fez parte do elenco alvirrubro entre os anos de 1973 a 1976. Contudo, após a sua passagem pelo time pernambucano, em 1978, foi convocado para a Copa do Mundo, na Argentina, marcando dois gols em 11 partidas.

4 – Baiano

Baiano (Foto: Vozes da Zona Norte)

Valmeci José Margon, mais conhecido como Baiano, nasceu em Vila Velha, no Espírito Santo, no dia 14 de maio de 1952. Começou a carreira atuando no Rio Branco, do Espírito Santo, e em seguida, foi transferido para o Náutico, onde brilhou de 1983 a 1987. Dessa forma, anotou 181 gols em sua passagem pelo clube alvirrubro, sendo 80 deles em Pernambucanos, onde se tornou o quarto maior artilheiro do time em estaduais.

5 – Kuki

Kuki (Foto: nautico-pe.com.br)

Sílvio Luiz Borba, mais conhecido como Kuki, é um dos ídolos que teve passagem mais recente pelo time. A sua primeira foi rápida, sendo de apenas ano, entre 2001 e 2002, conquistando um bi-campeonato Pernambucano e salvando o time de uma crise financeira. Logo depois, se transferiu para o Jeonbuk, da Coréia do Sul. Entretanto, ainda voltou para o clube no mesmo ano de sua saída para o time coreano, onde permaneceu por mais sete temporadas.

Somando com a segunda passagem pelo Timbu, Kuki se tornou o jogador que mais vestiu a camisa alvirrubra: 387 partidas disputadas. Ainda assim, anotou 184 gols, virando o quarto maior artilheiro do Náutico. Atualmente, é o auxiliar-técnico, participando de grandes campanhas da equipe, como o Pernambucano de 2018 e o título do Brasileirão Série C da temporada passada.

6 – Bizu

Bizu (Foto: NáuticoNET)

Cláudio Tavares Gonçalves, mais conhecido como Bizu, sagrou-se duas vezes vice-artilheiro do Brasil pelo Náutico, nos anos de 1989 e 1990. Também foi artilheiro dos estaduais nestes dois anos. Em 1990, foi artilheiro da Copa do Brasil, também atuando pelo time alvirrubro, com sete gols na competição. Dessa forma, anotou 114 gols em 179 partidas pelo Glorioso da Rosa e Silva, se tornando o sexto maior artilheiro da história do clube. No ano de 2012, foi homenageado pelo time, com a entrega de uma placa em sua alusão.

7 – Marinho Chagas

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Marinho (Foto: Terra)

Em 7º lugar, Francisco das Chagas Marinho, mais conhecido como Marinho Chagas. Era um futebolista que atuava como lateral-esquerdo. Era conhecido como “a Bruxa“, “Diabo Loiro” e “Canhão do Nordeste“, conquistando destaque no Náutico. Ele chegou a ir para o Botafogo. Em seguida, foi convocado para a Seleção Brasileira, estreando em de março de 1973. Entretanto, ficou marcado por um atrito entre ele e o goleiro Leão, após o jogo contra a Polônia, perdido por 1 x 0, na Copa do Mundo de 1974, que valia a terceira posição.

8 – Ivson

vozes da zona norte: Os grandes artilheiros do futebol pernambucano
Ivson (Foto: Vozes da Zona Norte)

Ivson de Freitas foi um futebolista que atuava como atacante. Marcou 118 gols em 159 partidas, obtendo uma média de 0,74 gols por jogo. Por duas vezes, foi o artilheiro do Campeonato Pernambucano, acontecendo nos anos de 1953 e 1954. Dessa forma, é o quinto maior artilheiro da história do clube, sendo o segundo que mais marcou gols contra o Santa Cruz, 15 vezes, e contra o Sport, 16 anotados.

9 – Neneca

goleiro Neneca | TARDES DE PACAEMBU
Neneca (Foto: Tardes de Pacaembu)

Na 9ª posição, Hélio Miguel, mais conhecido como Neneca. Ele foi jogar no Clube Náutico Capibaribe em 1974, onde ficou somente por uma temporada. Neste mesmo ano, quebrou o recorde mundial de mais tempo sem sofrer gols. Assim, foram 1.636 minutos em 18 partidas. Além disso, consagrou-se campeão Pernambucano, no ano de 1974.

10 – Vasconcelos

Vasconcelos (Foto: Terceiro Tempo)

Por fim, Severino Vasconcelos Barbosa, mais conhecido como Vasconcelos. É um ex-futebolista que atuava como meio campista. Foi um dos grandes ídolos do Náutico na década de 1970, conquistando o Pernambucano de 1974. Com o sucesso, foi transferido para o Palmeiras, juntamente a Jorge Mendonça, mas não obteve o mesmo sucesso no time alviverde. Logo depois, transferiu-se para o Internacional, e posteriormente ao Colo-Colo, obtendo grande prestígio.

Foto destaque: Reprodução/Globo Esporte

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Eduardo Downey
Eduardo Downey
Olá, eu me chamo Eduardo Downey. Tenho 20 anos, e sou torcedor há pelo menos 15. Natural de Recife-PE e um apaixonado pelos esportes. Curso jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco. Vivo e respiro futebol. Instagram: @eduardojdowney.

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