Rafael Santos. (Foto destaque: Álvaro Jr/ PontePress)

À primeira vista, Rafael Santos, lateral-esquerdo superou a desconfiança para ser uma das esperanças da Ponte Preta na luta contra o rebaixamento. Assim como, o craque é uma das apostas do time no duelo no próximo domingo (7), contra o CRB, no Moisés Lucarelli.

Da mesma forma, cobranças de faltas e de escanteio viraram opções ofensivas interessantes no pé dele. Ainda mais que dos três gols do atleta, dois foram em batidas de falta – contra Sampaio Corrêa e Vila Nova. Bem como, das quatro assistências, duas nasceram de escanteios que foram diretos nas cabeças de Rodrigão e Fábio Sanches contra Náutico e Goiás.

“Graças a Deus pude ajudar a equipe com mais uma assistência no campeonato, através da bola parada, que venho trabalhando sempre para melhorar e ajudar meus companheiros nos jogos.” afirmou o lateral-esquerdo.

Rafael Santos

Simultaneamente, diante da situação delicada da Ponte na tabela, ter a bola parada como arma pode ser um diferencial. Do mesmo modo, agora o time tem dois jogos consecutivos em casa, novamente contra candidatos ao acesso: CRB e Botafogo. 

“Temos dois jogos dentro de casa onde temos que lutar para somar os seis pontos e poder sair dessa situação o quanto antes. Agora estamos focados apenas no CRB, que sabemos que será um confronto difícil e bem disputado, ainda mais porque eles brigam para entrar no G4, mas temos o apoio da nossa torcida, que sem dúvidas faz a diferença, então vamos trabalhar forte para sair com a vitória”.

Afinal, a Macaca está a apenas um ponto da zona de rebaixamento depois dos resultados da última terça-feira (2). Por outro lado vitórias de Brusque e Londrina, que chegaram a 38. Bem como, com o empate por 2 x 2 com o Goiás, depois de estar ganhando por 2 x 0, levou a Ponte aos 39 pontos. Ocasionalmente, ainda são 15 pontos em disputa em cinco jogos restantes.

 

Foto destaque: Álvaro Jr/ PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs