Pri Back no Grêmio

Acima de tudo, na última semana, Pri Back completou 50 jogos com o manto Gremista, em jogo contra o Real Brasília, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A1.

“Estou muito feliz, não só pela marca, mas em poder vestir a camisa e representar um clube tão grandioso como o Grêmio.. Os 50 jogos me motivam cada vez mais e pra mim como torcedora do Grêmio é um privilégio maior ainda poder fazer parte dessa equipe.” , declarou a atleta sobre a marca conquistada.

Sendo assim, líder dentro e fora de campo. Torcedora declarada do Grêmio, ela tem um vínculo muito forte com a torcida, principalmente em momentos que representa em campo. Além da liderança, ela se destaca pela sua qualidade técnica e dedicação à camisa.

Pri Back no futebol

A saber, jogadora do Grêmio desde 2019 e vestindo a camisa pesada, de número 7, conseguiu o acesso à elite do Brasileiro, e agora está em seu segundo ano consecutivo jogando a Série A. Assim, com 29 anos vem sendo voz da experiência para o restante da equipe.

A atleta já passou por Iranduba-AM, Foz Cataratas-PR, além de jogar no futebol paraguaio e no futsal. Entretanto, o Tricolor é o time em que mais atuou e onde guarda várias memórias.

“Para mim, por ser gremista desde pequena, vestir essa camisa já é um momento especial. Quando recebi a proposta do Grêmio, quando a Pati me mandou mensagem, fiquei muito feliz e realizada e na hora pensei: VOU JOGAR NO MEU TIME DO CORAÇÃO.”

Sobretudo, brigando pela classificação a fase mata a mata do Brasileirão, junto com as Gurias Gremistas. Pri comenta sobre isso e as pretensões futuras do clube, não apenas para essa temporada:

“Minha meta, meu objetivo sempre foi fazer história com a camisa do Grêmio.. seguir ajudando a equipe, dando sempre meu melhor dentro de campo. E a conquista do título.”

Por fim, a meia foi homenageada pelo clube, recebendo das mãos do supervisor Osmar Lima e o coordenador geral Álvaro Prange, uma camisa personalizada.

Foto destaque: Divulgação / Morgana Schuh / Grêmio FBPA
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Emilena Gonçalves
Prazer, Emilena Gonçalves! Estudante de jornalismo, gaúcha, gremista, Neymarzete e amante do futebol. Me apaixonei pelo futebol na copa de 2002 e por crescer em uma família que só acompanhava Copa do Mundo, precisei começar a frequentar os estádios sozinha, aos 14 anos. A vontade de fazer jornalismo começou aos 12 anos, e nada melhor do que unir duas paixões.

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