em meio

Em meio aos jogos da Série B do Brasileirão, o Operário-PR tem aprendido se reinventar com os desfalques de seus atletas em campo. Em suma, o Fantasma tem passado por tempos sombrios de lesões e Covid-19 em sua equipe. Dessa forma, o preparador físico Rodolfo Mehl, o fisiologista Eduardo Risden e comissão técnica, tem buscado maneiras de superar esses obstáculos.

SE REINVENTANDO EM MEIO AO CAOS

Já não é novidade para ninguém que o clube tem enfrentado, a cada nova partida, uma perda em sua equipe principal. São viagens, treinamentos e folgas em meio a desfalques e sequência de jogos. Ou seja, com o alto número de partidas e lesões em nove de seus atletas, o Fantasma tem enfrentado dias de incertezas no time.

“O nosso grande problema foi, primeiramente, a COVID-19. A grande maioria dos atletas, que foram afetados pelo vírus, na volta aos treinos, tiveram problemas de lesão muscular. Além dessa situação, outro agravamento é o excesso de jogos. A cada três dias nós fazemos uma partida, […] por isso, precisamos nos adaptar.”, comenta o preparador físico Rodolfo Mehl, em entrevista coletiva.

Em suma, o Operário contabiliza, em momentos alternados, casos de Covid-19, lesões musculares e expulsões. O que por sua vez, leva a comissão técnica do clube procurar maneiras de minimizar os impactos desses desfalques dentro de campo. A princípio, há o aumento de preparação e recuperação para que os atletas não sofram tanto.

“Estamos buscando formas de treinamento e recuperação para que nossos atletas estejam no melhor momento e performance para que eles possam, dentro de campo, dar o resultado que precisamos.”, completa o fisiologista do clube, Eduardo Risden, em entrevista coletiva.

 

Foto Destaque: Reprodução/André Jonsson/OFEC

Amanda Scarlatt
Amo poder ter o jornalismo como a minha maneira de expressão. Sou apaixonada pelo meio digital e tudo que podemos construir nele por meio da comunicação. Acredito fielmente na essência de uma boa matéria jornalística -a investigação-, isso, independente da editoria e meio. Enfim, viva o jornalismo! E respeitemos a profissão e os profissionais.

Deixe uma resposta