Precisa levar tanto drama ao torcedor, Ponte? (Foto destaque: Ricardo Chicarelli/ Londrina EC)

A princípio, a derrota de virada contra o Londrina  por 2 x 1, no duelo direto contra a degola foi mais um capítulo angustiante de uma campanha marcada por situações extra-campo. Assim, a pergunta é: precisa levar tanto drama ao torcedor, Ponte?

Por outro lado, o time entrou em campo sabendo da responsabilidade que seria conquistar a vitória para sacramentar a permanência na Série B. Além disso, contaria com a torcida que saiu de Campinas até Londrina numa viagem de 522 quilômetros.

De maneira que, sair na frente logo aos dois minutos, com Moisés voltando a marcar após 14 jogos, parecia um sinal que o show só estava começando. No entanto, a Macaca recuou em excesso e ainda assim deu espaços.

Bem como, ainda no primeiro tempo em pênalti marcado pela arbitragem após revisão no VAR levou o empate com Zeca. Ainda mais que tenha tido alguns lances perigosos, a Ponte foi refém de uma estratégia que parecia buscar o empate. Tal como, acabou castigada aos 41 minutos do segundo tempo. Do mesmo modo,  gol de dentro da área de Salatiel.

Precisa levar tanto drama ao torcedor, Ponte?

Assim, uma vitória que garantiria a permanência na Série B se transformou em uma derrota que prolonga a angústia. Por outro lado, a distância para a degola caiu de cinco para dois pontos, com seis em disputa.

Em conclusão, nem de longe o drama que a Ponte vive agora pode recair apenas nas costas dos jogadores. Da mesma forma, os principais responsáveis estão do lado de fora.

O resultado leva estaciona a Ponte com 43 pontos. Afinal, agora voltou a se complicar ao perder a série invicta de cinco jogos (eram três empates e duas vitórias).

Em suma, é focar no próximo adversário, trata-se do Confiança, o jogo acontece no próximo sábado (20), e será mais um duelo complicado.

 

Foto destaque: Ricardo Chicarelli/ Londrina EC

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

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