Pontepretano fanático sabe sobre a história da construção do estádio Moisés Lucarelli. (Foto destaque: Letícia Brandão)

De antemão já imaginou a construção do estádio do seu time ser retratado em uma música? Por outro lado neste 12 de setembro aniversário dos 73 nos do Moisés Lucarelli, o Majestoso trazemos a resposta com o rap escrito por Negro John, torcedor pontepretano fanático. E meus amigos o que foi isso?

Uma vez que a construção do estádio foi um dos capítulos mais marcantes na centenária história da Associação Atlética Ponte Preta. Assim também o estádio foi construído em seis anos com doações de materiais por torcedores apaixonados do clube. Por outro lado em 121 anos de história, completados no último mês a Macaca contou com fundadores memoráveis: capitão João Vieira da Silva, de Theodor Kutter, de Hermenegildo Wadt e de Nicolau Burghi, patronos da instituição.

Com toda certeza a ideia da música surgiu após diversas tentativas de Negro John que “pensava por pensar”. Assim também após conversar com um amigo surgiu a ideia de uma parceria.

“Gosto muito da história do clube eu sempre gostei muito da história da Ponte Preta e então eu já tinha lido alguns livros, inclusive, tenho alguns livros em casa, aí eu peguei e reli esses trechos que falavam sobre a constucpao do estádio e fiz alguns tópicos para fazer essa música”.

De maneira que o torcedor apaixonado, fanático nos arrepiou com esse trecho: “Me emociona, me arrepia quando eu canto essa história”. Eventualmente há décadas, o estádio faz parte da vida de milhões de torcedores do clube campineiro.

Em contrapartida a canção ainda está impedida de ser cantada a pleno pulmões nas arquibancadas por causa da pandemia do coronavírus. No entanto vocês já imaginaram a torcida com esse grito no Majestoso? Segundo John pontuou que fez a música para retratar a história e deixar registrado o que tem nos livros:

“Achei na música uma forma mais fácil de assimilar a história e também uma forma de homenagear o lugar que mais gosto de estar sempre falo que é o lugar que é o meu lugar favorito no mundo”

Similarmente se engana que é só pegar o papel e caneta e escrever a música. Da mesma forma tem o retrato dos arranjos, as letras para dar continuidade e dar sentido ao rap. O torcedor contou sobre o período da produção e ressaltou que levou um “tempo”

“Quando eu mostrei pra ele gostou e me incentivou para terminar mais rápido essa música”.

Em conclusão, como foi boa essa entrevista com Negro John. Em resumo alegre-se pontepretano que tem uma casa de ouro!!

Pontepretano, confira!

 

 

(Foto destaque: Letícia Brandão)

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

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