Ponte Preta espera definir situação de Kleina até o fim da semana. (Foto destaque: Divulgação/ Álvaro Jr./PontePress)

Inicialmente, com os desmanches que estão sendo feitos na Ponte Preta, uma dúvida que atinge os torcedores é a situação de Gilson Kleina. Assim também, o comandante foi um dos responsáveis por sacramentar a permanência do time na Série B. Da mesma forma, essa é uma das prioridades do novo presidente, Marco Antônio Eberlin, que foi eleito para comandar o quadriênio 2022 a 2025.

Analogamente, o clube espera definir até o final da semana. Por outro lado, nos bastidores, a tendência é que Kleina permaneça no clube. Eventualmente, pesam a favor do treinador a contribuição para evitar o rebaixamento à terceira divisão nacional. Bem como, exaltada e reconhecida pela torcida na última rodada da Série B.

Além disso, o bom relacionamento que tem com membros da chapa “MRP – Movimento Renascer Pontepretano”, que venceu o pleito. Do mesmo modo, o carinho do técnico pela Ponte e a admiração dos torcedores por ele também contribuem para a decisão.

Ponte Preta espera definir situação de Kleina até fim da semana

Nesse ínterim, oficializado presidente na última segunda-feira (29), Eberlin quer logo uma resposta sobre quem vai comandar a equipe em 2022. De maneira que, na sequência, vai conseguir iniciar o quanto antes o planejamento da próxima temporada. Juntamente com isso, caso a definição seja pela saída de Kleina, o substituto será escolhido o mais breve possível.

A saber, Kleina está na quinta passagem pelo Majestoso e soma 224 jogos. Por outro lado, o comandante tem muitas histórias junto ao clube: já decidiu final do Paulista, subiu para a série A, disputou a Sul-americana e fez o time terminar no G6 numa Série A.

Eventualmente, é o quarto treinador que mais vezes dirigiu a Macaca. Ocasionalmente, na história fica atrás de atrás de Zé Duarte com 245 partidas, Nico, com 260 e Cilinho com 345.

Foto destaque: Divulgação/ Álvaro Jr./PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs