Esportivo

O jornalismo esportivo é uma das carreiras mais promissoras do mercado de trabalho. Posteriormente, o ato de comentar, transmitir e narrar, faz com que todas as pessoas que escolhem essa profissão, certamente sejam apaixonadas por esporte.

Sobretudo, um dos códigos de ética do oficio é a imparcialidade, que pode ser definida como a atuação do profissional de forma isenta na produção da notícia ou reportagem, ouvindo os dois lados da história sem se posicionar frente ao fato.

Desse modo, quando seguimos a ocupação de jornalista esportivo, cordialmente, não podemos tomar partido de um lado, como torcer para um time de futebol. Entretanto, é fato que todo especialista da área tenha um time de coração. Alguns  até costumam dizer que torcem para clubes pequenos ou de fora do país, por modo de evitar a intolerância de torcedores rivais.

O TABU

Um dos profissionais mais renomados e competentes do Brasil, Mauro Beting, não esconde de ninguém sua paixão pelo Palmeiras. Durante uma live cedida ao Futebol na Veia, o veterano comentou a respeito sobre o tabu e como foi se assumir palmeirense:

Apenas assumi o que todos já sabiam, né? Era covardia eu não ser palmeirense, com o pai fanático que eu tive. O jornalista não pode ter medo de se assumir, não pode se esconder ou virar a casaca. Eu como ser humano tenho o direito de ser palmeirense e como jornalista o dever de não me deixar levar.” – Comentou Mauro.

Sobretudo, Mauro também falou sobre as consequências em se assumir por conta da intolerância de torcedores. De antemão, alegou ter uma relação amistosa com torcidas rivais, do mesmo modo, que já passará por situações turbulentas, com a palmeirense.

Sou muito mais cobrado pela torcida do Palmeiras do que por qualquer outra torcida.  Nunca tive problema na Arena Corinthians, Vila Belmiro, São Januário. Eu tive mais problemas quando fui no Allianz Parque, hoje antigo Palestra Itália. Eu já fui ameaçado por torcida uniformizada, levei laranjada,  jogaram um monte de coisa em mim. Já disseram que eu só queria ganhar dinheiro em cima do Palmeiras, lançando livro, filmes, etc. Mas muito pelo contrário, eu na verdade dou dinheiro ao Palmeiras e evito que cobrem. E isso para mi m não tem preço, pois é uma paixão. – finalizou.

Todavia, levando em base os argumentos de Mauro Beting, podemos definir que seguindo a função com imparcialidade, não há o que temer, uma vez que fazer seu trabalho com total dedicação e competência camufla qualquer intolerância.

“Assumir seu time do coração não é clubismo, clubismo é não se assumir e distorcer argumentos sobre seu adversário.” – Mauro Beting

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Foto de destaque: Arquivo pessoal/Reprodução

 

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Karine Gommes
Se o céu é o limite, então voe, irmão! Sou jornalista em formação do 7° semestre pela Universidade Cruzeiro do Sul. O jornalismo surgiu em minha vida, quase que simultaneamente, com a minha paixão por esportes. Necessitava viver aquilo. Assim, fui atrás. Conforme conhecia o profissão, pude visualizar quão ampla é. Apesar de ser apaixonada por esportes, eu quero vivenciar todas as vertentes que o jornalismo me proporcionar. Estou aqui para fazer jus ao meu grande sonho. Prazer, sou Karine Gommes ;)

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