Novidade na Ponte Preta pode ser o Léo Naldi que volta a ficar à disposição. (Foto destaque: Álvaro Jr/ PontePress)

Inicialmente, neste domingo (14), a Ponte Preta fechou a preparação para encarar o Londrina com um treino no Estádio Vitorino Gonçalves Dias. Assim também, a principal novidade na viagem é a presença do volante Léo Naldi, que volta a ficar à disposição após desfalcar o time diante do Botafogo devido a uma torção no tornozelo esquerdo.

Por outro lado, Rayan, também com uma entorse no tornozelo, mas no direito, continua fora. Ou seja, outra  baixa certa é o atacante Rodrigão, suspenso por três cartões amarelos.

Além disso, completam a lista de ausências: Kevin, lateral-direito com desconforto muscular, Richard atacante em tratamento no tornozelo esquerdo e o zagueiro Cleylton que segue em recuperação após cirurgia).

Da mesma forma, sem Rodrigão, a expectativa é para ver como Gilson Kleina vai montar o ataque. A saber, existe a possibilidade de Moisés atuar mais centralizado, com Iago e Niltinho nas pontas. Tal como, outra opção é a presença de Camilo com “falso 9”.

Em contrapartida, Josiel e João Veras, outros jogadores do elenco com características de referência ofensiva, dificilmente vão aparecer entre os titulares. Do mesmo modo, Léo Naldi disputa vaga no meio com Marcos Júnior e Fessin.

Novidade na Ponte

Em suma, uma provável Ponte tem Ivan, Felipe Albuquerque, Fábio Sanches, Ednei e Rafael Santos. Bem como, Yago Henrique, Marcos Júnior e Fessin (Léo Naldi). Por outro lado, Iago (Camilo), Niltinho e Moisés.

Afinal, com 43 pontos, cinco a mais que o próprio Londrina, que abre a zona de rebaixamento a Macaca joga por uma vitória simples para carimbar a permanência na Série B.

Vale lembrar, Londrina x Ponte Preta se enfrentaram 14 vezes em duelos espalhados pelo Brasileirão e Série B. Eventualmente, o Tubarão soma cinco vitórias, a Macaca com uma vantagem com seis triunfos, além de três empates.

 

Foto destaque: Álvaro Jr/ PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

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