Gilson Kleina, técnico da Ponte Preta. (Foto destaque: Diego Almeida/ PontePress)

Desde já, ele voltou! Bem como Gilson Kleina foi apresentado na manhã desta quarta-feira (2) e participou de coletiva virtual Do mesmo modo o novo comandante trouxe em 30 minutos de entrevista  o termo “processo” em diversas oportunidades. Ainda mais que as mudanças não acontecem de uma hora para outra já com o campeonato em andamento.

“Quando a Ponte entra em qualquer competição, somos cobrados para fazer o melhor, levar às conquistas dentro do campeonato, e claro que na Série B é buscar o acesso. Mas peço para a gente viver o processo agora. Se esse processo já encaixar no próximo jogo, melhor. Se puder fazer futebol de resultado, muito bom. Se puder ter resultado e desempenho, fica mais fácil de poder evoluir”.

Assim como afirmou sobre a importância da relação entre as partes para ajudar os dois lados neste momento:

“Estou precisando da Ponte, e a Ponte está precisando de mim. Essa química que temos de fazer valer novamente. Temos uma relação que todos nós temos que crescer. É o que estou me cobrando também. Sempre que passamos aqui deixamos algo, não vai ser diferente. Vai ser meu desafio, uma busca constante. Que os jogadores entendam, que façam um grupo vencedor, que não aceitem resultados negativos. Que tenhamos ambição”, disse

Vale lembrar que o técnico já dirigiu a Ponte entre 2011/2012, em 2017, 2018 e por fim 2019/2020. Assim também em todas as vezes que comandou o time, a última, encerrada em março de 2020, foi a única que não teve algo de positivo. Bem como o treinador espera apagar agora.

“O clube que mais treinei foi a Ponte Preta, com 187 jogos. Foi aqui que tivemos grandes desempenhos, como o acesso em 2011, o Brasileiro de 2012, na final do Paulista de 2017, a arrancada épica que tivemos na reta final da Série B de 2018, e a última passagem que foi mediana. Eu fiz essa reflexão no meu último ano. O passado não vai vir no presente, mas que possa construir no novo ciclo novamente uma história de conquistas.

Por outro lado contou sobre a primeira conversa com seu empresário. Bem como responsável para aceitar retornar a Ponte:

“Eles ligaram para o meu empresário. Eu discuti inicialmente com meu empresário, e depois, quando avançaram, a gente decidiu o contrato e teve um bom desfecho para fechar na sexta-feira à noite. Iniciamos uma aproximação para conhecer o elenco, os atletas, para todos estarem juntos e na mesma sintonia para fazer um campeonato muito seguro”.

Simultaneamente foi questionado sobre reforços e o profissional trouxe que existe a possibilidade de novidades. Juntamente com isso a zaga e a referência ofensiva são as prioridades. Bem como trouxe que muitos jogadores estavam sendo monitorados e o  Alarcon é muito atuante, está em cima do mercado. Segundo Kleina é preciso respeitar a parte financeira do clube.

Gilson Kleina falou mais!

Desde já, como já fez em passagens anteriores, comparando situações com letras de músicas brasileiras. Do mesmo modo Gilson citou Gonzaguinha para definir o que pensa sobre o novo capítulo da história entre ele e Ponte Preta:

“Quero dizer que a união da Ponte é o mais importante. Tentar fazer que todos acreditem no processo. Que os atletas representem o nosso torcedor. Que a gente possa jogar por eles, para trazer o torcedor novamente para o nosso lado. Gonzaguinha foi muito sábio ao dizer “Viver e não ter vergonha de ser feliz”. Vamos viver e ser feliz.

Assim como aforou outros assuntos como a forma de jogar que vai estipular, se vai ser time reativo, vertical, de posse de bola. Juntamente com isso propositiva e vai depender das características do elenco. Ainda mais a disputa da Série B e a situação de Renatinho.

Nesse ínterim com 187 jogos ao todo, Gilson é o quarto treinador que mais dirigiu a Ponte na história. Ou seja, o retrospecto geral é de 75 vitórias, 52 empates e 60 derrotas, com aproveitamento de 49,37%.

Em conclusão, BOA SORTE, KLEINA!!!

 

Foto destaque: Diego Almeida/ PontePress

Ainah Carvalho
Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

Deixe uma resposta