Primeiramente, fase final da Série B. Assim como, são apenas quatro jogos para alegria de alguns e tristeza por outro lado. De maneira que, é reta decisiva no Campeonato Brasileiro. Nesse ínterim, 12 pontos em disputa e muita emoção pela frente.

Bem como, para a Ponte Preta, o momento é de contagem regressiva para garantir a permanência na competição. Tal como, o time soma 42 pontos e ocupa o 14º lugar. Ainda mais, que o time tem quatro pontos a mais que o Londrina, primeiro time do Z-4.

Juntamente com isso, o jogo contra o Botafogo, na próxima quinta-feira (11), válido pela 35ª rodada, será no Moisés Lucarelli,  e é de extrema importância pontuar, mesmo que o Fogão é o líder da competição.

Do mesmo modo, entre a Ponte e a zona de rebaixamento estão: Remo com 41 e Brusque que soma 38 tentos. Ou seja, para se manter na segunda divisão nacional, a equipe alvinegra depende apenas dos próprios resultados.

Vale lembrar que em 2016, o Oeste escapou com 41 pontos. No entanto, em 2017, foi necessário fazer mais e o Guarani, se livrou do Z-4 com 44 pontos. Da mesma forma, em 2018, a pontuação aumentou ainda mais. Assim, o Oeste marcou 46 para fugir do rebaixamento. Em contrapartida em 2019, a marca voltou a cair. Com 41 pontos, o Figueirense foi o 16º colocado.

Bem como, no ano passado 44 pontos foram suficientes para o Náutico se manter no campeonato.

Fase final da Série B e a pergunta é: quantos pontos falta para a Ponte?

Analogamente, na próxima quinta-feira (11), a Ponte Preta vai enfrentar o líder Botafogo. Logo depois, na sequência, dois confrontos, fora de casa, com equipes do Z-4. Primeiramente, o Londrina, na próxima segunda-feira (15) e depois com o Confiança, partida que ainda não tem data definida.

Juntamente com isso, na rodada final, a Macaca vai receber o Coritiba. Assim, uma vitória em quatro jogos pode ser suficiente para garantir a permanência na Série B.

Afinal, e aí torcedor a Ponte já escapou?

 

Foto destaque: Álvaro Jr./PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs