Fábio Sanches em treino da Ponte Preta. (Foto destaque: Diego Almeida/PontePres)

Em primeiro lugar em entrevista coletiva nesta terça-feira (10), Fábio Sanches projeta duelo contra o Londrina, dia do aniversário de 121 anos, minimiza polêmica com Enderson e mira “presente de aniversário” para o time que busca se recuperar na Série B do Brasileiro.

Ainda mais que a derrota para o Botafogo no último domingo (8), ficou marcada por uma polêmica envolvendo o zagueiro e o treinador do time carioca, Enderson Moreira. Bem como término da partida, o técnico entrou em campo para falar com Fábio, que não gostou da conversa e acabou dando um empurrão em Enderson. Do mesmo modo defensor minimizou o episódio.

“Já conheço o Enderson, trabalhamos juntos no Goiás e ali foi uma discussão no calor do jogo, todo mundo querendo vencer. Mas isso é normal, coisa que acontece num jogo disputado e não temo punição, não foi relatado nada” disse.

Juntamente com isso o zagueiro espera que o time dê de presente à torcida e ao clube a reabilitação para se livrar da zona de rebaixamento:

“A gente sabe dessa data importante para o clube, para os torcedores, então que sirva de incentivo para nós. Que a gente possa trazer essa vitória como presente para a torcida, para o clube e também porque nós precisamos”.

Ou seja, a Ponte ocupa a 18ª posição, com 13 pontos.

Fábio Sanches falou pontos importantes:

Por outro lado Fábio falou que o lado emocional é a parte mais difícil de todo atleta quando está passando por uma situação difícil. Assim também o futebolista sabe que não pode deixar desanimar. Por outro lado sobre o Z-4 o futebolista passou por essa situação no Goiás Avaí em 2016:

“No Avaí onde a gente virou o primeiro turno quase na zona do rebaixamento e ao fim do campeonato a gente terminou em segundo colocado, conseguindo o acesso. Então é para a gente acreditar e ver que é possível acontecer. Futebol tem disso, nem sempre quem está na parte de baixo no início campeonato é quem vai cair e quem está lá em cima é quem vai subir”.

Em suma sobre a oscilação entre primeiro e segundo tempo:

“Ao meu ver, até comentamos entre os jogadores, já em algumas partidas vem acontecendo isso. A gente fazendo um excelente jogo, comandando a partida, e no melhor momento acaba sofrendo o gol. Isso é uma ducha de água fria em toda a equipe. A gente acaba sentindo um pouco esse baque e depois correr atrás fica um pouco mais difícil”, disse.

Em conclusão, o duelo contra o Londrina trata-se de um confronto direto contra a degola,já que o time também carrega 13 pontos. Ou seja, aparece na vice-lanterna e leva desvantagem no saldo de gols em relação ao visitado.

 

Foto destaque: Diego Almeida/PontePres

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs