Clássico sem torcida mais uma vez. (Foto destaque: Diego Almeida/PontePres)

À primeira vista “torcida” significa ato ou efeito de torcer. Assim como devido a pandemia do coronavírus desde 2020 os jogos não contam com o 11º jogador. Trata-se daquele integrante que grita, vibra, empurra o seu time. Bem como: que apatia.

Ocasionalmente colocando no papel no Majestoso seriam 17.700 dentro do estádio amantes da Macaca. Além disso os outros milhares pelos arredores do estádio ou em casa. Tal como é um ano de saudade para torcedores e todos aqueles cujas vidas giram em torno da experiência de ir a um estádio de futebol.

Eventualmente na próxima sexta-feira (17) teremos o clássico campineiro entre Ponte Preta x Guarani apesar da melhora sobre a pandemia grande parte dos jogos ainda não contam com torcida. Por outro lado em Campinas não é diferente.

Do mesmo modo sempre conhecido por levar multidões o Moisés Lucarelli vai ficar mais uma vez no silêncio nas arquibancadas. Por outro lado seja torcer, reclamar de um lance ou de um jogador, pedir para a entrada do craque do jogo.

Apatia de um dérbi esvaziado

Juntamente com isso mais uma vez o jogo terá outra atmosfera com as arquibancadas vazias (se bem que dirigentes dos dois times estarão presentes no estádio).   Ou seja, fica mais fácil de entender a metodologia dos treinadores. Ainda assim, era preferível sentir o calor da torcida nas arquibancadas do Majestoso.

Ocasionalmente não é difícil achar um representante de cada lado que gostaria de participar do duelo na próxima sexta-feira (17). No entanto é mais uma vez ficar em casa tomar aquele suco gelado, junto aos petiscos, colocar a camisa favorita e torcer pelo seu time.

Assim também vale ressaltar que estamos “conformados” com esse novo normal e simultaneamente esperamos que os próximos sejam com torcida!

 

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs