O fiasco do Independiente

Lamentável! Tétrico! Horroroso! Ou mesmo aviltante. Eis o fiasco do Independiente. Desse modo, tantas são as qualificações para conceituar o desempenho dos Diablos. Precisamente na Superliga Argentina. Assim, o clube encerrou sua participação no 10º lugar. A saber, com três vitórias, sete empates e quatro derrotas. Somando diminutos 16 pontos em 14 partidas. Dessa forma, o grito mais propalado pela torcida tem sido “¡Qué se vayan todos, que no quede ni uno sólo!”. Isto é, “Que todos se vão, e que não fique um só”.

O fiasco do Independiente – PRÓXIMOS CONFRONTOS

Em suma, as duas últimas vitórias de pouco serviram para acalmar os ânimos. Aliás, contra o General Caballero, 4×0. E contra o Huracán, 3×0. Pela Copa Sul-Americana e pela Superliga Argentina, respectivamente. Inclusive, a Copa Sul-Americana é encarada como a salvação do Independiente nesta parte da temporada. A equipe enfrentará o Deportivo La Guaira pelo grupo G. Na quinta-feira da próxima semana (19), às 19h:15 (horário de Brasília). Porém, é dia 25 deste mês, contra o Ceará, o jogo-chave para o Clube de Avellaneda. Em síntese, vale pormenorizar que os Rojos jogam os dois confrontos em casa. Diga-se, em busca da 1ª colocação e da classificação para a próxima fase.

REUNIÃO DOS GRUPOS POLÍTICOS

Contudo, apesar da possibilidade de êxito, o clima é infernal. Dessa maneira, haverá uma reunião com os três grupos políticos do clube. Logo, a pauta principal será a próxima eleição. De modo a decidir que rumos a instituição seguirá. Ademais, o encontro terá a participação da situação. A saber, nas figuras de Hugo Moyano e de Héctor Maldonado. Bem como da oposição, encabeçada por Fabián Doman e por Claudio Rudecindo. Isto é, líderes das frentes Unidad Independiente e Gente de Independiente.

Política à parte, Deus está oferecendo à equipe duas chances para que o time comprove que sua camisa não deixou de ser escorchante. Em resumo, é hora de os homens aparecerem. Então, o corpo precisa mais do que nunca transpirar sangue. O coração necessita gritar o hino, portanto, “Siempre luchamos unidos“. É vencer e vencer. E rumo ao título da Copa Sul-Americana, justificando a melhor denominação possível para um clube. Logo, a de “O Rei de Copas”.

Foto destaque: Divulgação / Independiente

Daniel Muzitano
Formado em Publicidade pela faculdade Estácio de Sá, pós-graduado em Letras na instituição Veiga de Almeida, contribuiu, lexicograficamente, para o E-Dicionário de Termos Literários (Portugal), é revisor do Colégio Santo Agostinho, fluente em Espanhol, e, ainda hodiernamente, revisa teses de mestrado e de doutorado, dedica-se à área de etimologia e é colunista do Futebol na Veia, possuindo conhecimento amplo na ramificação do futebol.