Maicon relembra seu primeiro gol no Gre-Nal: “Uma honra fazer parte da história”

Nesta sexta-feira (5), o volante Maicon celebra uma data muito especial em sua trajetória profissional. Isso porque, nesse mesmo dia, em agosto de 2020, o jogador vestia a camisa do Grêmio. Ao passo que balançou as redes pela primeira vez, em um clássico Gre-Nal. Naquela oportunidade, as duas equipes duelavam pelo título do returno do Gauchão. E assim sendo, a equipe gremista saiu vitoriosa, pelo placar de 2 x 0, com gols de Maicon e Isaque na etapa complementar.

Maicon escreveu seu nome no Grêmio

No entanto, em sete temporadas vestindo a camisa tricolor, o volante obteve grandes números defendendo a equipe em clássicos. Dessa forma, entrou em campo em 19 partidas, obteve nove vitórias, oito empates e foi derrotado em apenas duas oportunidades. Sobretudo, o clássico 426 teve um gosto especial, tanto pelo seu primeiro gol marcado contra o Internacional, quanto pelo título do returno da competição. Dessa forma, líder em sua passagem pelo tricolor, Maicon coroou sua história nos clássicos com esse tento marcado em 5 de agosto da temporada 2020 e consequentemente escreveu seu nome na história do clube.

Sempre uma boa recordação desse gol. Era final do returno do estadual e tínhamos uma grande sequência em cima do Inter. Vencemos por dois a zero, consegui ajudar com uma bola na rede e fomos campeões gaúchos naquela temporada, mais uma vez. É uma honra fazer parte da história desse clássico e, principalmente, ter vencido muitos confrontos defendendo a camisa do Grêmio”, recorda Maicon.

Em suma, defendendo o Grêmio, o volante entrou em campo em 248 partidas, conquistou nove troféus e balançou as redes em 15 oportunidades. Por fim, capitão, o jogador entrou para a história do clube gaúcho, eternizou seus pés na calçada da fama tricolor. Além de ter sido foi fundamental nos títulos conquistados pelo tricolor, em especial o título da Copa do Brasil de 2016, diante do Atlético-MG.

Foto destaque: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Tity Marx
Na verdade, não fui eu que escolhi o jornalismo e sim ele que me escolheu. Sem dúvidas, a profissão é como um oceano que precisa ser desvendado na sua profundeza, só assim é possível conhecer e respeitar toda sua beleza.

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