Rivellino: o Rei do Corinthians

Filho de imigrantes italianos, Roberto Rivellino nasceu no dia 1º de janeiro, em São Paulo. Resumindo, foi um dos maiores ídolos da história corintiana, além de ser um dos pilares fundamentais da conquista mundial na Copa de 70. Primeiramente, o meio-campista ofensivo começou sua base no futebol de salão, no Clube Atlético Barcelona. Posteriormente, migrou para o campo, ele se transferiu para o Corinthians, onde caiu nas graças da Fiel torcida rapidamente. Conheça a história de Rivellino da coluna Nostalgia Brasileira.

CORINTHIANS

Após chegar ao Parque São Jorge, Rivellino fez sua estreia com a camisa alvinegra aos 19 anos. Sua habilidade fez a ponte para que chegasse à Seleção Brasileira apenas um ano depois de sua primeira aparição como profissional. Mesmo assim, com tanta história no clube paulista, o craque conquistou apenas um título: Torneio Rio-São Paulo, em 1966. Ademais, seus números foram impressionantes, somando 474 jogos, 238 vitórias e 114 gols. Somando nove anos de clube, já consagrado, o criador do “elástico” se transferiu para o Fluminense.

FLUMINENSE

Logo na sua estreia pela equipe carioca, Riva jogou contra o Corinthians e, sem pena, anotou um hat-trick, sendo, desse modo, o melhor jogador da partida, que se encerrou em 4 x 1 para o Tricolor. Mesmo com apenas três anos no clube, o jogador se tornou importantíssimo e conquistou dois campeonatos cariocas seguidos. Ainda na equipe do Rio de Janeiro, foi convocado para a Copa de 78. Posteriormente, transferiu-se para o exterior.

AH-HILAL

Chegando com o status merecido, o Bigode fez jus a sua contratação, sendo tricampeão consecutivo do competição nacional. Mesmo assim, com toda sua adoração, Rivellino teve algumas desavenças com o Príncipe Kaled e, com isso, encerrou sua carreira por lá, aos 35 anos.

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Quando joguei no futebol d Arábia Saudita. Ótimo momentos.

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SELEÇÃO BRASILEIRA

Campeão mundial da Copa do Mundo de 1970, Rivellino foi eleito com méritos para a plantel do torneio. Naquela Copa, recebeu o apelido de “Patada Atômica” em função de seus chutes. Chegou a disputar ainda os mundiais de 1974 e 1978. Em suma, Riva jogou 122 partidas e anotou 43 gols, o que garantiu sua eterna fama na Seleção Canarinho.

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Momento inesquecível.

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CURIOSIDADES

  • Roberto ainda disputou alguns amistosos pela Portuguesa, São Paulo e New York Cosmos.
  • O meia, por mais da sua identificação com o Corinthians, só foi para o Parque São Jorge porque foi rejeitado pelo Palmeiras.
  • Em 2014, em partida comemorativa na Arena Corinthians, o craque marcou o primeiro gol do Estádio.
  • Riva ficou marcado também por “inventar” o drible do elástico, chamando carinhosamente de “flip flap“.
  • O clube das Laranjeiras fez uma placa em homenagem a Bigode. Da mesma forma, o Timão acabou fazendo um busto em homenagem ao jogador.
  • A FIFA, em 2004, deu um prêmio ao craque por ser um dos 100 melhores jogadores vivos.

Foto em destaque: Reprodução/Marcos Ribolli

Bruno Gabriel
Olá, meu nome é Bruno Gabriel, tenho 21 anos e estudo Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. Pretendo seguir na área de esportes, é um sonho desde criança. Espero alcançar os maiores eventos esportivos com muita criatividade e bom humor.

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