Flu

Neste domingo (2), Portuguesa e Fluminense empataram, por 1 x 1, no primeiro jogo da semifinal do Carioca. Desse modo, em entrevista coletiva após o confronto, o técnico Roger Machado falou sobre as dificuldades da partida e vantagem adquirida pelo Flu. Haja vista que, o time se classifica para a final do torneio mesmo com um empate no agregado.

“A vantagem é sempre vantagem, uma pequena vantagem construída por uma colocação boa na fase antecipada da competição (Taça Guanabara). Em relação ao jogo, foi uma partida muito dura, digna de uma semifinal de campeonato regional, que em alguns momentos se mostrou mais aberto, em outros se mostrou um jogo de transição, alternando os domínios de cada lado, nós conseguimos seis chances, eles também com o contra-ataque, que é um ponto forte”.

“Não imaginávamos facilidade de forma alguma, o adversário valorizou muito esse ponto, o campo atrapalhou muito porque prendia muito a bola e era muito irregular, mas é isso aí, ingredientes de uma semifinal de Carioca”.

Da mesma forma, falando sobre o bom desempenho do Flu, o treinador ressaltou a boa atuação de Gabriel Teixeira. Assim, Roger avaliou como “excepcional” o rendimento do meia.

“É gente, eu só consigo escalar 11, não consigo escalar mais. Gostaria de ter um jogador a mais em campo (risos), mas eu acho que é pouco avaliar a atuação do Biel só como boa hoje. Ele teve uma excepcional atuação, com as virtudes que ele tem de beirada, de vitória pessoal e finalização. No finalzinho eu coloquei ele por trás do centroavante, por estar mais cansado, mas ele continuou com fôlego”.

Bons resultados das equipes titular e reserva do Flu

Desse modo, com um grande elenco, Roger fez referência a Rogério Ceni ao falar da lista de relacionados.

“Frisei para o grupo antes do jogo e peguei como exemplo o que disse o Ceni no final do seu jogo, falando do Pedro: faz tempo que não se joga só com 11 atletas. Depois que o campeonato se tornou certame de 38 rodadas, mudou. Antes, você fazia de agosto a dezembro e poderia ter 11 titulares e quatro ou cinco reservas do mesmo nível. No restante, jogadores abaixo que fariam pequeno número de partidas. Hoje precisa ter atletas do mesmo nível, como é o nosso caso”.

Além disso, o técnico citou o próximo confronto do Tricolor na Libertadores. Portanto, o comandante projetou maior dificuldade do que o jogo contra o Santa Fé, na última rodada do torneio.

“Nós teremos um grau de dificuldade superior, pelas características diferentes do nosso adversário, eles tem um centroavante a frente que é o Borja, eu trabalhei junto com ele no Palmeiras, sei das suas virtudes para procurar espaços em profundidades curtas, perto do gol”.

Nesta quinta-feira (6), o Fluminense enfrenta o Junior Barranquilla pelo Grupo D da Libertadores. Por fim, a partida acontece às 19h (horário de Brasília), no Romelio Martínez Stadium, na Colômbia.

Foto Destaque: Reprodução/Fluminense

Avatar
Juliana Veiga
Estudante de Jornalismo, carioca, 22 anos. Escolhi o jornalismo, pois é uma profissão admirável, que apresenta uma amplitude de áreas para atuação e possui a missão de informar e formar opiniões. Desde a minha infância sonhava em ser comunicadora, e a paixão pelo futebol sempre esteve presente em minha vida. Assim, tornando o jornalismo esportivo a primeira certeza que tive na profissão. Redatora em sites jornalísticos e apaixonada por esportes, escrita e fotografia.

Deixe uma resposta