Fagner

Decerto, o Corinthians enfrenta o Santos, neste domingo (8), em partida válida da 15ª rodada do Brasileirão 2021. A saber, na Vila Belmiro, às 16h (horário de Brasília). Todavia, o lateral-direito Fagner concedeu uma entrevista coletiva, nesta sexta-feira (6), e comentou sobre o confronto contra o Peixe.

“Clássico realmente não tem favorito, independente de estilo de jogo, você precisa estar sempre 100% ligado na estratégia e no que o jogo se desenha. Quando estiver melhor na partida, tirar proveito disso. Será um jogo complicado, é difícil jogar lá, mas estamos 100% focados”, disse Fagner.

Contudo, destacou a qualidade de Renato Augusto e Giuliano na equipe do Timão.

“Sem dúvida eles vão agregar muito na parte técnica e também na experiência, principalmente por termos muitos jovens no setor que eles atuam. Então vão agregar para a equipe e para os jovens em termos de aprendizado, por ter jogadores que são referências na posição. O ganho vai ser grande quanto estiverem 100%, todos vamos ganhar. Ficamos confiante para termos resultados melhores”, elogiou.

Posteriormente, reconheceu o trabalho da diretoria, em colocar a casa nos eixos. Além disso, não está com pressa com a sua renovação, pois tem vínculo até 31 de dezembro de 2022.

“Hoje minha preocupação maior é só jogar futebol e ajudar o Corinthians. Eu sei do esforço, a gente está acompanhando tudo que a diretoria faze para organizar as coisas. É ter paciência, aos poucos elas vão entrando nos eixos. Eles têm todo o respaldo dos atletas. Sobre renovação, também fico tranquilo, ainda tenho um ano e meio de contrato, quando for o momento certo vamos sentar e resolver. Por enquanto, vou jogar futebol com a cabeça boa”, ressaltou.

FAGNER SOBRE A VOLTA DA TORCIDA

Em conclusão, se posicionou em relação a volta das torcidas, nos jogos do Flamengo como mandante.

“É uma situação delicada. A gente sabe que ainda existe uma pandemia. Obviamente todo clube gostaria de ter sua torcida, mas ainda temos que tomar cuidados, rever algumas coisas, acredito que deveria ser uma decisão em conjunto para que todos os clubes tivessem a mesma condição, mas muitas vezes isso não acontece. Pela cultura do brasileiro que às vezes só olhamos nosso umbigo, o que é a nosso favor: Se for bom para mim está ótimo, se for ruim, eu questiono. Com nosso torcedor, muitos jogos teriam sido diferentes, mas isso foge do nosso controle. Temos de ser conscientes sobre o mometno que o mundo vive. E tem que ser igual para todos”, completou.

Foto destaque: Divulgação/Rodrigo Coca/Ag. Corinthians

Juan Camilo
Meu nome é Juan Pablo, tenho 19 anos e estudo Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi (UAM). O jornalismo é um privilégio de estar nessa área incrível. Amo futebol, basquete, jogos antigos. Meu objetivo é conseguir ser um dos melhores jornalistas e ser correspondente esportivo.
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