Desde o início de março, o boliviano Henry Vaca treinava no CT do Atlético-GO, em Goiânia. Mesmo assim, participou de apenas uma partida no Campeonato Brasileiro. Em setembro, ficou seis minutos em campo em jogo contra o Grêmio. Além disso, o meia de 22 anos também não estava sendo relacionado para os confrontos do time goiano no torneio.

Mesmo assim, foi convocado para dois jogos das Eliminatórias: contra Equador e Paraguai. Na sexta-feira (6), Vaca viajou para se apresentar à Seleção Boliviana e, posteriormente, não retorna ao Dragão. Portanto, em seguida, volta para o clube ao qual pertence, o The Strongest.

Pelo The Strongest, foram 86 partidas e nove gols marcados. Henry tem contrato com a equipe boliviana até junho de 2023 e é considerado uma das apostas da nova geração do futebol boliviano. De acordo com o site espanhol 90 min, o “Messi Boliviano”, como foi chamado na matéria, Henry Vaca estaria sendo disputado pelo Peñarol e pelo Nacional, ambos do Uruguai. Contudo, no início deste ano, fechou com o Atlético. Por fim, o time goiano tinha a opção de compra do jogador: US$ 600 mil (cerca de R$ 3,3 milhões na cotação atual).

Polêmica envolvendo Henry Vaca

Presidente do Atlético-GO, Adson Batista afirmou que falta profissionalismo ao jogador. Além disso, garantiu que não sabe trabalhar com atletas que “fazem farra”. Em suma, em meados de setembro, o jogador publicou em seu Instagram um vídeo de chá de revelação. Assim, Vaca soube que espera um menino. Por fim, trata-se de seu filho com uma goiana, que não teve o nome revelado. 

“Tenho um pouco de dificuldade em trabalhar com jogadores assim. São jogadores que vêm para o fazer farra, são descomprometidos. Eu não queria nem expor isso, mas tem jogador aqui que não tem o mínimo de visão profissional e, além disso, está com mulher. […] Ele [Henry Vaca] já deveria ter deixado [o Atlético]. Ele não tem o nosso perfil, com todo respeito ao atleta, os problemas são profundos. Eu preciso de jogador que dê mais ao clube”, declarou Adson.

Foto destaque: Divulgação/Paulo Marcos/ACG

Danyela Freitas
Danyela Freitas
Sou goianiense, graduada em Letras pela Universidade Federal de Goiás (UFG), pós-graduada em Jornalismo Esportivo pela Estácio-SP e tenho três grandes paixões: a escrita, a leitura e o esporte (não necessariamente nessa ordem).
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