De olho no Catarinense 2021, Ronny, ex-Palmeiras, tem otimismo “O time é qualificado e vamos aproveitar as oportunidades”

Inicialmente, campeão da Série B pelo Palmeiras e com passagem por times como Botafogo e Criciúma, Ronny chegou no Camboriú em 2021 para a Série B do Catarinense. Assim, de vínculo renovado, a meta do Cambura é fazer frente na primeira divisão. Logo, com a chegada de reforços, o jogador sente-se empolgado para a temporada.

A saber, nesse ano, o desafio do Camboriú no Catarinense é enfrentar equipes como Avaí, Brusque e Chapecoense. Logo, para isso, está contando com reforços experientes. Portanto, além de Ronny, Jorge Henrique, campeão do mundo pelo Corinthians, também faz parte do elenco. Além disso, jogadores notáveis como André, Bruno Mota, Matheus Lagoa, Juliano e Thiago Pato vão elevar o nível da equipe. Assim, Ronny conta como isso pode ajudar:

Feliz por ver o grupo com essa qualidade sendo montado, sabemos que a série A é uma competição com um nível maior, então temos que ter um grupo capacitado para os desafios. Vou tentar, junto com meus companheiros, elevar no maior nível possível para que alcancemos os objetivos.

Ronny pelo Camboriú (Foto: Divulgação/Assessoria
Ronny pelo Camboriú (Foto: Divulgação/Assessoria

Sendo assim, Ronny é um atleta que tem rodagem no futebol brasileiro e europeu, já que atuou no Vitesse, da Holanda. Logo, visando a disputa do campeonato, ele entende que a experiência do grupo pode ser determinante:

Em 2022, quero dar continuidade no trabalho aqui no Camburiu, usar a minha experiência dentro e fora de campo, para a gente ter ainda mais sucesso do que em 2021, tenho certeza de que o elenco está unido e apresenta-se de uma forma muito qualificada, então vamos aproveitar as oportunidades.

Por fim, a estreia do Camboriú no Catarinense será no sábado (23), contra o Próspera, em casa, no estádio Robertão.

Foto destaque: Divulgação/Assessoria 

Ricardo do Amaral
"Alvíssaras! Sou Ricardo Accioly Filho, pernambucano de 29 anos, advogado e estudante de jornalismo pela Uninassau. Tenho como mote que “no futebol, nunca serão apenas 11 contra 11”; é arte, é espetáculo, humanismo, tem poder de mover multidões e permitir ascensões sociais. Como paixão nacional do brasileiro, o futebol me acompanha desde cedo, entretanto como nunca tive habilidade para praticá-lo, busquei associar duas vertentes de minha vida: o prazer pela leitura e o esporte bretão. Foi nesse diapasão que encontrei no jornalismo esportivo o elo de ligação que me leva a difundir e informar o que, nas palavras de Steven Spielberg, é o “mais belo espetáculo de imagens que já vi”."