Ademir, do América-MG, carrega a bola observado de perto por dois marcadores.

Neste sábado (2), no confronto entre Cuiabá x América-MG, válido pela 23ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2021, o Coelho se deu melhor e arrancou os três pontos na vitória por 2 x 0. Foi a segunda vitória dos mineiros fora de casa na competição, no retorno da torcida à Arena Pantanal.

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1° TEMPO: BOLA PARADA FAZ A DIFERENÇA

O Dourado jogou em casa, portanto, esperava-se que a equipe tomasse a iniciativa. Porém, quem começou melhor foram os visitantes. Com o domínio dos primeiros 20 minutos, o América-MG saiu na frente em uma bela cobrança de falta do argentino Mauro Zárate, aos 13′. Logo depois, o Cuiabá cresceu na partida, mas o duelo foi para o intervalo com vantagem para o Coelho.

2° TEMPO: JOGO MORNO E VITÓRIA DOS VISITANTES

À primeira vista, os mandantes viriam com tudo para a segunda etapa. O Dourado retornou dos vestiários com uma alteração. Jorginho promoveu a entrada de Uillian Correia no lugar de Auremir. Porém, a mudança não surtiu efeito. O América-MG cozinhou o jogo o suficiente.

Mesmo com mais mudanças na equipe mato-grossense, quem se deu bem foram os visitantes. Dessa forma, aos 83′, Ademir deu números finais à partida em rápida jogada de contra-ataque. Assim, o Coelho deu fim à sequência invicta de seis jogos do Cuiabá. Ainda mais: os mineiros estão invictos no 2º turno.

CUIABÁ X AMÉRICA-MG – E AGORA?

Com a derrota em casa, o Dourado estaciona nos 29 pontos e dorme na 11ª colocação. Por outro lado, os visitantes chegam a 27 pontos, se afastam do Z4 e ficam na 13ª posição.

O Cuiabá volta a campo no meio de semana, na quarta-feira (6), às 21h30 (horário de Brasília), frente ao Grêmio, fora de casa. Já o América-MG joga em casa contra o Palmeiras, no mesmo dia e horário.

Foto Destaque: Divulgação/Estevão Germano/América-MG

Guilherme Guidetti
Guilherme Guidetti, paulista, nascido em São Caetano do Sul no dia 17 de fevereiro de 1994, mas residente de Santo André desde os primeiros dias de vida. A paixão por futebol vem da família, enquanto o gosto por escrever foi herdado do pai, caminhoneiro. Habilidoso com a canhota – exclusivamente segurando a caneta na mão –, realiza diariamente o sonho de ficar perto do esporte através do jornalismo. De apresentador de programa de rádio a assessor de imprensa, sua ainda curta carreira na profissão já foi o suficiente para saber que faz aquilo que mais ama – e o faz com a mesma paixão com que joga bola com os amigos.