Tudo igual também em Santarém

Segunda-feira, tem futebol? Em pleno feriado? Tem sim, senhor! Pela decisão do terceiro lugar do Parazão 2017, São Raimundo e Independente se enfrentaram no fim da tarde de 1º de maio para decidir quem vai para a Copa do Brasil de 2017 representando o futebol paraense.

O primeiro tempo teve algumas boas oportunidades por parte das duas equipes, mas as melhores vieram dos ataques santarenos. Mas aos 27 minutos quem abriu o placar foi a equipe de Tucuruí, em ótimo contra-ataque, Monga recebeu a bola e só teve o trabalho de empurrar para as redes, fazendo um a zero para o Independente fora de casa. Aos mandantes só restavam atacar e foi com esse intuito que sete minutos depois que saiu o gol de empate do Pantera. Em cobrança de escanteio, após rebote cedido pela defesa a bola sobra para Chaveirinho que chuta e a bola toca em Erick Foca antes morrer no fundo do gol Santareno, 1 a 1 no Colosso do Tapajós para a festa da torcida. A partir daí, novamente as boas chances vieram do Pantera que aos trinta e oito minutos quase virou o jogo no cabeceio Wanderlan obrigando o goleiro do Independente a fazer boa defesa. No fim do primeiro tempo, mais uma chance de ataque do São Raimundo, mas sem sucesso e o placar na primeira etapa fica mesmo no um a um.

No segundo tempo o ritmo se manteve o mesmo, mas aos poucos o cansaço foi batendo e o clima da partida foi ficando frio. O São Raimundo ainda tentava alguma coisa, como aos vinte e um minutos quando Bilau, uma das substituições do treinador do Pantera, recebeu a bola próxima do gol, mas passou ao lado da trave do goleiro adversário. Do lado do adversário, pouco o time fazia em campo na segunda etapa. Assim, com a pouca produtividade das equipes o placar da primeira parte do jogo permaneceu igual para as duas equipes.

Sem vantagens para nenhum dos lados, as duas equipes voltam a se enfrentar já na próxima sexta-feira, agora com o mando do Independente, com o resultado simples servindo para ambos os lados, o empate leva a decisão para os pênaltis e muita emoção para as duas torcidas do interior do Pará.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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Ruan Silva
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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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